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	<title>Blog CertBeef</title>
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	<description>Rastreabilidade e Certificação - Sua Opinião!</description>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:05:00 +0000</pubDate>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:05:00 +0000</pubDate>
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		<title>BBM criará bolsa para o comércio de gado vivo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:03:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Brasília - A Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM), controlada pela BM&#038;FBovespa, lança um novo sistema eletrônico de comercialização de gado bovino no país. A Bolsa de Carnes do Brasil tentará gerar um ambiente confiável no setor ao instituir um modelo de depósito antecipado e criar a conciliação de conflitos por meio de arbitragem interna.
A nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - A Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM), controlada pela BM&#038;FBovespa, lança um novo sistema eletrônico de comercialização de gado bovino no país. A Bolsa de Carnes do Brasil tentará gerar um ambiente confiável no setor ao instituir um modelo de depósito antecipado e criar a conciliação de conflitos por meio de arbitragem interna.</p>
<p>A nova bolsa, que será lançada em meados de abril, em Campo Grande (MS), promete vantagens a pecuaristas e industriais, mas deve resultar na ampliação dos negócios de futuros na BM&#038;FBovespa. Estima-se um movimento inicial de R$ 2,5 bilhões em negócios neste ano. &#8220;É um nicho de negócio que não era explorado por ser um mercado físico&#8221;, diz o presidente do conselho da BBM, Joaquim da Silva Ferreira. &#8220;Daremos mais credibilidade aos negócios com juízo arbitral e o peso da BM&#038;FBovespa, com transparência e segurança&#8221;. Em 2009, a BBM gerou R$ 20 bilhões.</p>
<p>As operações poderão ser feitas apenas por meio de corretores credenciados pela bolsa. Mesmo dependendo de ajustes finos, os primeiros negócios já começaram a ser fechados.</p>
<p>O novo modelo deve dar mais segurança de recebimento do dinheiro a pecuaristas em caso de problemas financeiro nos frigoríficos, como ocorreu na onda de processos de recuperação judicial. Além disso, permitiria um planejamento de médio e longo prazos na escala de engorda e a redução de custos operacionais da bolsa, como ajustes diários e de margens. Aos frigoríficos, o sistema daria regularidade de oferta, planejamento das escalas de abate e melhor utilização da capacidade industrial. A bolsa ganharia mais liquidez, geraria novos negócios e se consolidaria como opção real para unir as pontas do mercado físico ao mercado de opções e futuros.</p>
<p>Pelo sistema, desenhado em parceria com os segmentos produtivos, cada operação custará 0,5% sobre o valor total. Não haverá taxa de corretagem. Estima-se um custo entre R$ 5 a R$ 7 por cabeça de gado. Hoje, as corretoras cobram de dois a três quilos por animal - algo como R$ 12 a R$ 15.</p>
<p>A BBM prevê que o preço da mercadoria será inicialmente definido pelo pecuarista, que fixará o preço futuro do boi sem os custos do mercado. &#8220;Quem se posicionará no mercado futuro será o frigorífico. Cada registro a termo exigirá uma posição futura na bolsa&#8221;, diz o diretor de Novos Produtos da BBM, Edílson Alcântara. A indústria só poderá retirar o gado dos currais se o dinheiro estiver na conta de liquidação da BBM. De quebra, será possível organizar o mercado físico de gado e estimular operações no mercado futuro.</p>
<p>O sistema comportará três modalidades de operações. Na venda em leilão, o produtor fará a oferta no sistema da bolsa detalhando as características do rebanho de boi gordo - apenas animais entre 15 e 23 arrobas. Ele transformará o gado em arrobas de carne e fixará um preço mínimo por arroba. De outro lado, o frigorífico analisará o rebanho e fará sua oferta.</p>
<p>Em caso de negócio, o frigorífico fixará, até as 17 horas do mesmo dia, a escala de recolhimento e de abate dos animais. Dois dias úteis antes, terá que depositar 90% do valor da operação na conta de liquidação da BBM, que avisará o pecuarista para preparar os animais. Em seguida, o frigorífico emitirá o romaneio de abate, com valor total de arrobas e preço final. O prazo será até o meio-dia do dia útil seguinte. Depois, a BBM fará o cálculo de liquidação. Se der a menos, a bolsa devolverá a diferença ao frigorífico. Se der a mais, o ajuste será feito entre as partes.</p>
<p>Outra modalidade será o registro em balcão à vista. O corretor buscará o frigorífico ou o pecuarista negociará diretamente com a indústria de preferência. A BBM registrará a operação com volume, preço e escala de abate. Os demais procedimentos serão iguais. No caso do registro em balcão a termo, são os mesmo passos, mas com a diferença de entrega e liquidação futura na bolsa. Tudo será registrado na BBM. Se um parte romper o contrato, um juiz arbitral da bolsa tentará a conciliação ou resolverá o caso em julgamento. &#8220;Quem descumprir, paga 10% de multa. O juiz arbitral analisará e, quem for culpado e descumprir, ficará suspenso até a liquidação final&#8221;, diz Edílson Alcântara.</p>
<p>As partes parecem apostar no sucesso do sistema. &#8220;É interessante, mas para saber se é bom ou ruim, temos que experimentar&#8221;, diz o presidente do Fórum Nacional de Pecuária de Corte da CNA, Antenor Nogueira. &#8220;Dá para vender realmente antecipado, porque hoje a venda à vista demora 48 horas&#8221;. As indústrias também aprovam a iniciativa. &#8220;É uma nova forma que atende bem ao setor, mas ainda precisa de alguns ajustes&#8221;, afirma o presidente da associação dos frigoríficos (Abrafrigo), Péricles Salazar. &#8220;Mas ajuda a quebrar o gelo nas relações comerciais&#8221;.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico
</p>
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		<title>Tombo recorde no campo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Agricultura tem pior resultado desde 1986
Apenas um setor da economia não apresentou, até o momento, uma reação à crise: a agricultura. De acordo com os dados do IBGE, a produção do campo no quarto trimestre de 2009 se manteve estável em relação ao terceiro. Com isso, o setor amargou uma queda de 4,6% na comparação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agricultura tem pior resultado desde 1986</p>
<p>Apenas um setor da economia não apresentou, até o momento, uma reação à crise: a agricultura. De acordo com os dados do IBGE, a produção do campo no quarto trimestre de 2009 se manteve estável em relação ao terceiro. Com isso, o setor amargou uma queda de 4,6% na comparação com o quarto trimestre de 2008, o que contribuiu para uma recessão, em todo o ano passado, de 5,2%. Mais que um resultado negativo, o número é o pior já registrado desde 1986, quando o setor encolheu 8% - na rebarba do Plano Cruzado.<br />
Os principais produtos do país apresentaram redução na produção no ano passado: soja (-4,8%), milho (-13,5%), café (-12,8%) e laranja (-0,3%), além de redução na pecuária e na extração florestal. A principal exceção foi a cana-deaçúcar, que apresentou alta de 5,8%.</p>
<p>Fonte: O Globo
</p>
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		<title>Países decidem ação imediata em florestas</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:02:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um grupo de 58 países reunidos ontem em Paris concordou em colocar para funcionar imediatamente um mecanismo para reduzir as emissões de gases-estufa por desmatamento -mesmo na ausência de um acordo global sobre emissões.
De quebra, elevou a verba disponível para a tarefa para US$ 4,5 bilhões, com a promessa de chegar a US$ 6 bilhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de 58 países reunidos ontem em Paris concordou em colocar para funcionar imediatamente um mecanismo para reduzir as emissões de gases-estufa por desmatamento -mesmo na ausência de um acordo global sobre emissões.</p>
<p>De quebra, elevou a verba disponível para a tarefa para US$ 4,5 bilhões, com a promessa de chegar a US$ 6 bilhões até maio. O dinheiro deverá ser investido em capacitação técnica e monitoramento de desmatamento tropical até 2012.</p>
<p>O objetivo da reunião foi estabelecer um mecanismo provisório para o Redd (Redução de Emissões por Desmatamento), uma maneira de incluir a proteção às florestas no combate ao aquecimento global e compensar os países tropicais por isso. Apesar de um acordo para controlar emissões não ter sido firmado na conferência do clima de Copenhague, em dezembro passado, a maioria dos países acha que o Redd pode ser implementado já.<br />
Nações como os EUA, a Noruega, a França e o Reino Unido já haviam disponibilizado US$ 3,5 bilhões para ações de Redd. Ontem, a Alemanha, o Banco Mundial e a Finlândia também &#8220;coçaram o bolso&#8221;, nas palavras do ministro do Meio Ambiente do Brasil, Carlos Minc, e colocaram mais US$ 1 bilhão.</p>
<p>&#8220;Frustrante&#8221;<br />
Abrindo o encontro ontem, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse que as florestas precisam de financiamento agressivo. &#8220;Juntos, demonstraremos que é possível obter resultados mensuráveis e concretos, já neste ano, começando com a luta contra o desmatamento&#8221;, declarou, chamando Copenhague de &#8220;frustrante&#8221;. Ele reiterou seu apelo por uma taxa sobre transações financeiras, que poderia financiar o combate à mudança do clima. Em Paris, foi formado um grupo de países (Austrália, Brasil, Papua-Nova Guiné, Noruega, Cong e França) para mapear os projetos de Redd existentes e identificar quem precisa de recursos e quanto.</p>
<p>Segundo Minc, uma próxima reunião em Oslo, em maio, deve definir um grupo de oito países que poderá direcionar a aplicação do dinheiro e selecionar projetos -algo como o comitê que supervisiona o Fundo Amazônia no Brasil.</p>
<p>A verba será canalizada por instituições já existentes, como o Fundo Ambiental Global, do Banco Mundial, e a FAO (órgão da ONU para a agricultura).<br />
Minc definiu o espírito da reunião: &#8220;É menos do que euforia, mas os países com floresta ficaram animados&#8221;.</p>
<p>Fonte: Folha de SP
</p>
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		<title>Para vender à UE, Brasil propõe rastrear a cadeia</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O DG-Sanco, órgão responsável pela saúde do consumidor na União Europeia (UE), publicou ontem dois relatórios sobre missões enviadas ao Brasil para avaliar a produção de carne suína e rever os controles de febre aftosa na produção de bovinos. A missão para avaliar a produção de suínos em Santa Catarina, que é livre de aftosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O DG-Sanco, órgão responsável pela saúde do consumidor na União Europeia (UE), publicou ontem dois relatórios sobre missões enviadas ao Brasil para avaliar a produção de carne suína e rever os controles de febre aftosa na produção de bovinos. A missão para avaliar a produção de suínos em Santa Catarina, que é livre de aftosa sem vacinação, foi realizada em outubro do ano passado e é um passo fundamental para que a UE defina se irá importar carne suína desse Estado brasileiro.</p>
<p>No relatório, a UE observa que o setor de carne suína brasileiro é bem organizado, mas afirma que o controle e amostragem para a produção de carne suína livre de ractopamina não cobrem toda a cadeia produtiva. A ractopamina é um promotor de crescimento proibido pela UE.</p>
<p>Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Suína (Abipecs), afirmou que o Brasil já havia informado a UE sobre o o uso da ractopamina antes de a missão visitar Santa Catarina. &#8220;O Brasil informou que usava, mas se comprometeu a não usar nas exportações para a UE&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo o relatório da UE, a missão encontrou deficiências em relação à identificação dos suínos e seus controles. Além disso, a rastreabilidade total dos suínos nos sistemas de integração não é garantida.</p>
<p>Na resposta à UE sobre o relatório, o governo brasileiro propõe um sistema de produção livre da ractopamina para garantir que os suínos não receberam o produto na alimentação durante toda a vida. Nesse sistema, a cadeia de produção que deseja exportar carne suína à UE terá de implementar programas de controles - que serão submetidos aos órgãos oficiais - para garantir que o medicamento não é usado. Os animais para abate com destino à UE também terão de ser identificados para que possam ser segregados na cadeia de produção.</p>
<p>Camargo Neto considerou o relatório positivo, uma vez que o Brasil já se comprometeu em implementar um sistema que garanta a produção livre do medicamento na exportação à UE. Agora, segundo ele, falta a aprovação do relatório pelo Comitê Veterinário da UE.</p>
<p>No relatório sobre os controles da febre aftosa no Brasil, a missão da UE, que veio ao país em fevereiro de 2009, concluiu que a erradicação e o controle da doença são prioridade para o governo brasileiro. E avaliou que a boas taxas de vacinação do rebanho são fundamentais para assegurar o controle do risco de circulação do vírus.</p>
<p>Segundo o relatório, os levantamento sorológicos para demonstrar a ausência de circulação do vírus tiveram algumas deficiências, mas reforçaram a vigilância nas áreas envolvidas. As deficiências identificadas pela missão, diz o documento, estão relacionadas ao controle geral da aftosa.</p>
<p>Conforme o documento, há boa cobertura de vacinação do rebanho e mais medidas foram tomadas para assegurar a rastreabilidade dos bovinos cuja carne é destinada à UE. Desde janeiro de 2008, apenas fazendas certificadas e rastreadas podem fornecer animais para abate e exportação ao bloco.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico
</p>
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		<title>Após 14 anos, País deve voltar a vender carne bovina à China</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O Brasil se prepara para embarcar carne bovina para o mercado chinês a partir do segundo semestre deste ano. A retomada acontece cinco anos depois da paralisação total da comercialização entres os dois países e 14 anos depois do início das negociações.
&#8220;Estamos prontos para o negócio, mas como o governo chinês é lento no processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil se prepara para embarcar carne bovina para o mercado chinês a partir do segundo semestre deste ano. A retomada acontece cinco anos depois da paralisação total da comercialização entres os dois países e 14 anos depois do início das negociações.</p>
<p>&#8220;Estamos prontos para o negócio, mas como o governo chinês é lento no processo de aprovação, acredito que devamos começar a exportar apenas no segundo semestre do ano&#8221;, diz Otávio Cançado, diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).</p>
<p>No mês passado, a China reconheceu 16 estados brasileiros livres de febre aftosa e, no momento, aguarda o envio de uma lista com 19 frigoríficos - entre eles 14 indicados pelo próprio país e cinco que já exportam carne processada - para serem aprovados mediante suas regras sanitárias.</p>
<p>Desde 2005, a China restringiu a compra de carne bovina in natura do Brasil após a descoberta de focos de febre aftosa no Mato Grosso do Sul. No entanto, o impasse do comércio de carnes entre ambos os países existe há 14 anos. Depois da assinatura do protocolo de intenções em 2002, o país asiático chegou a abrir o mercado em 2004, porém, com o surto de febre aftosa em 2005, as negociações cessaram.</p>
<p>Devido ao potencial de consumo do mercado chinês, a Abiec estima que o país deva ficar entre os primeiros colocados na importação de carne in natura brasileira, aumentando, ainda mais, a demanda do setor que está em plena recuperação.</p>
<p>&#8220;A China deve encostar em Hong Kong, que é o quinto maior comprador de carne bovina do Brasil&#8221;, diz Cançado. Para se ter uma ideia, Hong Kong importou US$ 55,693 milhões entre janeiro e fevereiro de 2010, o equivalente a 24,564 mil toneladas de carne (em carcaça).</p>
<p>As exportações brasileiras de carne bovina (in natura, industrializada e miúdos) em fevereiro aumentaram em termos de receita, volume e preço, ante ao mesmo período do ano passado. O total de receita subiu 28%, para US$ 347,693 milhões. Os embarques cresceram 8%, registrando 150,972 mil toneladas, enquanto o preço-médio obteve alta de 18%, a US$ 3,5 mil por tonelada.</p>
<p>Para Cançado, os números positivos refletem o momento de retomada do comércio mundial de carnes depois dos impactos negativos decorrentes da recente crise econômica global. &#8220;Os estoques estão sendo recompostos, a oferta de crédito está voltando e, consequentemente, a demanda aumenta&#8221;, diz o diretor da Abiec.</p>
<p>Em dezembro do ano passado, o presidente da Abiec, Roberto Giannetti da Fonseca, previu um crescimento de cerca de 20% para as exportações de carne bovina em 2010. Tendo em vista os resultados apresentados pela associação ontem, Cançado mantém a previsão otimista e ressalta que, se o mercado continuar nesta tomada, é possível que os 20% sejam ultrapassados.</p>
<p>Em 2009, o mercado de carnes mundial sofreu fortes abalos devido à crise financeira, e apresentou queda de 23% em receita, na comparação com 2008, o que representou US$ 4,118 bilhões de faturamento. Além de ter registrado baixas de 10% em volume e 14% no preço-médio.</p>
<p>Ainda de acordo com Cançado, mesmo com uma possível desvalorização do real ante ao dólar, a Abiec acredita que os preços não devem sofrer fortes contrações. &#8220;A demanda que vai determinar a política de preços e não o comportamento do câmbio&#8221;, afirma ele.</p>
<p>Novos mercados</p>
<p>A Rússia continua sendo o principal comprador de carne bovina in natura do Brasil, com 26% do total embarcado. O Irã ocupa a segunda colocação, com uma fatia de 18%, tendo o maior crescimento em volume e receita entre os compradores, 195% e 216%.</p>
<p>Apesar do alto nível de exigência da União Europeia (UE) em relação às exportações de carnes bovina, o Brasil tem aumentado lentamente as negociações com a região. Atualmente, os estados brasileiros passam por uma missão sanitária da UE que, segundo Cançado, está indo muito bem. A vistoria deve acabar no dia 15 de março. A demanda europeia no primeiro bimestre cresceu de maneira significativa ante ao mesmo período do ano passado: em volume subiu 17%, para 8,6 mil toneladas, e em receita, 55%, para US$ 43,256 milhões. </p>
<p>Fonte: DCI
</p>
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		<item>
		<title>Proteção de floresta terá US$ 3,5 bi</title>
		<link>http://blog.certbeef.com.br/2010/03/12/protecao-de-floresta-tera-us-35-bi/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Ideia é que um mecanismo de redução de CO2 por desmate possa começar neste ano
Encontro em Paris reúne nações tropicais e ricas; para ministro, esquema é reação a ceticismo criado com fiasco de Copenhague
Representantes de países com florestas tropicais e representantes de países com dinheiro se reúnem amanhã em Paris para tentar criar um mecanismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ideia é que um mecanismo de redução de CO2 por desmate possa começar neste ano</p>
<p>Encontro em Paris reúne nações tropicais e ricas; para ministro, esquema é reação a ceticismo criado com fiasco de Copenhague</p>
<p>Representantes de países com florestas tropicais e representantes de países com dinheiro se reúnem amanhã em Paris para tentar criar um mecanismo de redução de emissões por desmatamento que possa começar já neste ano.<br />
O chamado Irpa (Arranjo de Parceria Interino para Redd) visa capacitar países tropicais a monitorar suas florestas e a gerenciar os recursos doados pelos países ricos para redução de desmate e conservação.<br />
O mecanismo começará com US$ 3,5 bilhões, doados por EUA, Noruega, Japão, Austrália, França e Reino Unido.<br />
Segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), que representará o Brasil no encontro, a ideia é que o Redd (nome dado a ações de redução de emissões por desmate) possa começar a funcionar mesmo na ausência de um acordo internacional de proteção ao clima.<br />
&#8220;Fazer as coisas andarem antes de um acordo pode ajudar a derrubar o ceticismo que sobreveio à frustração generalizada com Copenhague&#8221;, afirmou Minc à Folha.<br />
O Redd era um dos capítulos mais adiantados da negociação internacional antes do fracasso da cúpula na Dinamarca.<br />
Já era consenso, por exemplo, que o Redd terá três fases. Na primeira, países que ainda não têm metodologias nacionais de monitoramento adotarão uma -o Brasil possui uma das mais avançadas do mundo. Na segunda, serão feitos projetos em pequena escala e financiados por verba de doação.<br />
Só numa terceira fase, a ser implementada depois de assinado novo acordo do clima, é que países ricos poderiam usar ações de Redd como &#8220;créditos&#8221; a serem abatidos de suas metas de redução de CO2.<br />
Segundo Suzana Kahn Ribeiro, secretária nacional de Mudança Climática, o Brasil deve ajudar a capacitar outros países, transferindo de graça a tecnologia de monitoramento desenvolvida pelo Inpe.<br />
&#8220;O monitoramento será relevante de qualquer forma&#8221;, diz Thelma Krug, do Inpe, principal negociadora do Brasil em Redd. Segundo ela, independentemente de um acordo internacional, devem ser firmados acordos bilaterais e constituídos fundos na área. (CA) </p>
<p>Fonte: Folha de SP
</p>
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		<item>
		<title>Agricultura familiar do PA terá R$ 1,3 bi</title>
		<link>http://blog.certbeef.com.br/2010/03/12/agricultura-familiar-do-pa-tera-r-13-bi/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:00:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O governo do Pará e o Banco da Amazônia assinaram ontem um protocolo de intenções para repasse de recursos de R$ 1,3 bilhão para projetos da agricultura familiar do Estado. A prioridade será dada às iniciativas nos segmento de aquicultura, pesca, fruticultura, grãos, além de turismo, artesanato, reflorestamento e o fomento a pequenas empresas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Pará e o Banco da Amazônia assinaram ontem um protocolo de intenções para repasse de recursos de R$ 1,3 bilhão para projetos da agricultura familiar do Estado. A prioridade será dada às iniciativas nos segmento de aquicultura, pesca, fruticultura, grãos, além de turismo, artesanato, reflorestamento e o fomento a pequenas empresas e atividades sustentáveis. Em 2010, está previsto também a injeção de mais R$ 1 bilhão nos estados da Amazônia vindos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA).</p>
<p>Fonte: Valor Econômico
</p>
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		<title>Melhora no setor de carnes puxa lucro do JBS</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O frigorífico JBS-Friboi, o maior grupo de proteína animal do mundo, registrou lucro líquido de R$ 127,9 milhões no quarto trimestre de 2009, revertendo o prejuízo de R$ 53,2 milhões de igual trimestre de 2008. No acumulado do ano, o resultado líquido foi positivo em R$ 129,4, milhões, bem acima do lucro de R$ 25,9 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O frigorífico JBS-Friboi, o maior grupo de proteína animal do mundo, registrou lucro líquido de R$ 127,9 milhões no quarto trimestre de 2009, revertendo o prejuízo de R$ 53,2 milhões de igual trimestre de 2008. No acumulado do ano, o resultado líquido foi positivo em R$ 129,4, milhões, bem acima do lucro de R$ 25,9 milhões de 2008. </p>
<p>No comunicado divulgado na noite de sexta-feira, o presidente do grupo, Joesley Batista, diz que o bom desempenho se deveu às melhorias nas condições de mercado na maior parte dos países onde a empresa atua, com exceção da Argentina, que fechou o trimestre e o ano com margens negativas. </p>
<p>A receita líquida caiu 23% no último trimestre de 2009 na comparação com mesmo período de 2008, para R$ 7,4 bilhões. No entanto, no ano todo, avançou 13,1% para R$ 34,3 bilhões. O lucro antes de juros , impostos, depreciação e amortização (Lajida) cresceu 49,6% no trimestre, para R$ 397,8 milhões, e 11,2% no ano todo, para R$ 1,28 bilhões, sempre na comparação com igual período de 2008. A margem Lajida quase dobrou, de 2,8% no quarto trimestre de 2008 para 5,4% entre outubro e dezembro de 2009. </p>
<p>A conclusão da compra do Bertin e da americana Pilgrim´s Pride fez com que o endividamento líquido saltasse de R$ 3,8 bilhões no terceiro trimestre de 2009 para R$ 9,4 bilhões no quarto. A relação com o Lajida caiu de 3,3 vezes para 3,1 no mesmo período</p>
<p>Fonte: Valor Online
</p>
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		<title>Secretários do Mapa debatem comércio de carnes com autoridades canadenses e norte-americanas</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Os secretários de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto, e de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, integram, nesta semana, delegação de altos funcionários do governo brasileiro a Otawa (Canadá). Nestas quarta (10) e quinta-feiras (11), eles representarão o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Gerardo Fontelles, em missão organizada pelo Ministério das Relações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os secretários de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto, e de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, integram, nesta semana, delegação de altos funcionários do governo brasileiro a Otawa (Canadá). Nestas quarta (10) e quinta-feiras (11), eles representarão o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Gerardo Fontelles, em missão organizada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) para retribuir a visita de vice-ministros canadenses ao Brasil, em março de 2009. Naquele momento, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, recebeu a vice-ministra da Agricultura do Canadá, Yaprak Baltacioglu. </p>
<p>          As autoridades do Brasil e Canadá tratarão de temas pendentes e de interesse mútuo no comércio agropecuário, como o andamento da análise de risco para febre aftosa em Santa Catarina, único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre da doença sem vacinação. O governo brasileiro tem interesse em abrir o  mercado canadense para exportação de carnes bovina e suína in natura.<br />
          “Como o processo de abertura de mercado em alguns países é extremamente lento, por questões burocráticas, essas conversas bilaterais são importantes para garantir que os assuntos de interesse do Brasil estejam sempre na agenda governamental”, comentou Porto. </p>
<p>          O comércio das carnes bovina e suína in natura também é tratado, nesta segunda-feira (8), pelos secretários brasileiros, com autoridades sanitárias do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em Washington. Célio Porto lembra que as negociações com os norte-americanos completam dez anos e, embora o processo tenha avançado, a liberação desse mercado ainda depende de uma consulta pública e da aprovação do parlamento norte- americano. </p>
<p>          Importação - Em 2008, os Estados Unidos importaram do Canadá, Austrália e Nova Zelândia mais de 630 mil toneladas de carne bovina, num total de US$ 2,75 bilhões. Nesse mesmo ano, Austrália e Nova Zelândia também venderam a carne para o mercado canadense, que importou 218 mil toneladas, com receita de US$ 685 milhões. </p>
<p>          Os norte-americanos compraram 238 mil toneladas de carne suína do Canadá e da Dinamarca, ao preço de US$ 761 milhões. Já o Canadá, que compra o produto dos Estados Unidos, em 2008, importou 127 mil toneladas por US$ 420 milhões.</p>
<p>Fonte: Mapa  (Eline Santos)
</p>
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