Arquivo de Fevereiro de 2010
Com objetivo de aumentar a oferta interna de carne bovina e evitar um avanço dos preços ao consumidor, o governo Argentino está dificultando as exportações no país. Embora a medida não seja oficial, as empresas exportadoras reclamam das dificuldades que estão sendo colocadas para a venda do produto. Desde 2006, o governo vem frequentemente bloqueando os embarques quando os preços domésticos sobem.
Em Janeiro deste ano , o país exportou 25,68 mil toneladas de carne, um acréscimo de 1% no volume exportado em janeiro de 2009, período que registrou forte recuo por causa da crise financeira internacional. O faturamento foi de US$ 120 milhões, 13% mais que no mesmo período do ano passado.
De acordo com o Serviço Nacional de Sanidade Animal e Qualidade Agroalimentar (Senasa).a Rússia foi o maior comprador de carne fresca em janeiro de 2010, com 6,47 mil toneladas.
Fonte: Da redação
28 de Fevereiro de 2010 às 18:46
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Após a China reconhecer o Brasil como produtor de carne livre de febre aftosa o país voltará a vender carne bovina ao mercado asiático. A estimativa é que o país tenha um aumento nas vendas em torno de 500 mil toneladas por ano, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).
Com isso, as expectativas para este ano são de que o estado volte aumentar as exportações, principalmente com a abertura do mercado para a China. No ano passado, o estado faturou UR$ 334 milhões com a venda do produto, já em 2008 teve uma balança comercial foi de UR$ 696 milhões. Rondônia havia sofrido uma queda de 47,98 % nas exportações em 2009, comparado com 2008.
Além do mercado asiático, Rondônia e outros 15 Estados, junto com o Distrito Federal, receberam a liberação do governo da África do Sul para vender carne desossada e maturada, proveniente das zonas livres de febre aftosa, reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
O Senador Acir Gurgacz (PDT-RO) acredita que seu estado será o mais contemplado com esse acontecimento. “Temos o maior rebanho do país. Com essa notícia vamos aumentar nossa economia e modernizar nossos frigoríficos”, explica Acir.
Ainda segundo o parlamentar, o estado necessita de mais incentivos fiscais para a construção de frigoríficos. “Precisamos ampliar nossas indústrias e modernizar nossos frigoríficos. Espero que essa comercialização seja contínua, não fique limitada”, salienta.
Carne Suína
O comércio de carne suína também está em negociação. O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, chegou ontem (25) na China para negociar a abertura do mercado com o país e habilitar 25 frigoríficos brasileiros que esperam entrar no país asiático ainda este ano. A Abipecs estima que o Brasil possa atingir uma participação de 5% no total das importações chinesas de carne suína, o que corresponde a um volume aproximado de 18 mil toneladas.
Fonte: O Nortão
às 18:45
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A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento convida a imprensa para acompanhar a formalização do comunicado que será feito ao governo federal para suspender as campanhas de vacinação contra febre aftosa. Será o segundo Estado brasileiro e o primeiro deles com expressão em bovinocultura de corte a solicitar o reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação.
O pedido para a suspensão da vacina será feito pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, que estará em Curitiba nesta segunda-feira (1), na Emater-PR. O ministro vai chegar ao meio dia, quando será finalizada a reunião extraordinária do Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária (Conesa), que irá avaliar os procedimentos técnicos adotados pelo governo do Paraná para promover esse avanço, que terá impactos no comércio nacional e internacional de carnes.
A solicitação, que será formalizada nessa segunda-feira (1), tem o apoio da iniciativa privada, que estará representada nas 38 entidades que compõem o Conesa. A iniciativa do Paraná acontece após mais de 40 anos de campanhas ininterruptas de vacinação, que são feitas duas vezes por ano.
Entre as lideranças que estarão apoiando a medida, estarão presentes o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguette; o presidente da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslovski; o superintendente do Ministério da Agricultura e do Abastecimento no Paraná, Daniel Gonçalves Filho; o presidente do Sindicato da Indústria de Carnes do Paraná, Péricles Salazar; o presidente do Sindicato da Indústria do Leite, Wilson Thiensen; e o presidente da Associação Nacional dos Produtores de Bovinocultura de Corte, João Carlos Fontes. Estarão presentes também os presidentes de sociedades rurais de todo o Paraná, como o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Alexandre Kireff, e a presidente da Sociedade Rural de Maringá, Maria Iraclésia de Araújo.
Se for aceito o pedido, a suspensão das campanhas de vacinação já irá ocorrer em junho de 2010. Até lá, equipes do Ministério da Agricultura vão vistoriar o cumprimento pelo Estado das normas nacionais e internacionais estabelecidas para a sanidade agropecuária. Entre elas, uma completa infraestrutura de pessoal, veículos, equipamentos que possam dar garantias e sustentação a essa nova realidade sanitária.
O secretário Valter Bianchini vai comunicar ao ministro da Agricultura que as campanhas de vacinação serão substituídas por um sistema de vigilância e controle de trânsito de animais eficaz. Isso só se faz com infraestrutura completa e adequada. Atualmente apenas Santa Catarina é área livre de febre aftosa sem vacinação.
Fonte: Ag. de Notícias do Paraná
às 18:45
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No começo do mês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, inauguraram em Porto Alegre a Ceitec, estatal de semicondutores. Os discursos foram em defesa por uma ação direta do Estado na economia, mas a história dessa fábrica, não citada pelas autoridades, é um exemplo da ineficiência do governo como gestor de projetos empresariais.
O Brasil tem um problema sério na área de semicondutores. Trata-se do item mais importado pelo setor eletroeletrônico. Em 2009, o País gastou US$ 3,293 bilhões trazendo chips do exterior. As máquinas usadas pela Ceitec foram doadas pela Motorola em 2000, vindas de uma fábricadesativada fora do Brasil pela companhia americana. Naquele ano, o buraco dos semicondutores na balança comercial brasileira era bem menor: as importações ficaram em US$ 1,883 bilhão.
“O desafio é grande”, reconhece Eduard Weichselbaumer, executivo alemão de 57 anos, que atuou no Vale do Silício, nos Estados Unidos, antes de assumir a presidência da Ceitec em 2009.
O executivo, trazido do mercado, foi apontado para o comando da Ceitec depois de a empresa patinar por muito tempo em indicações políticas que impediam o projeto de ir para frente. Sobre as máquinas antigas, Weichselbaumer procura enxergar, no que seria um problema, uma vantagem competitiva. “Temos uma fábrica amortizada, o que permite oferecer preços bastante competitivos.”
NICHOS DE MERCADO
O presidente da Ceitec afirma que o objetivo não é competir com empresas como a Intel e a AMD, que fabricam chips para microcomputadores, mas encontrar “nichos de alto potencial, em que não existe um vencedor definido”. Um desses nichos é o de identificação por radiofrequência (RFID, na sigla em inglês). O primeiro produto criado pela Ceitec é o chamado “brinco do boi”, chip pararastreamento do rebanho bovino.
Apesar do entusiasmo de Weischselbaumer, do investimento de R$ 400 milhões feito pelo governo e da inauguração da fábrica com altas autoridades, os produtos ainda não estão no mercado. O presidente da companhia explicou que cada ciclo de produção de semicondutores dura três meses, e são necessários dois ciclos para que o processo de produção esteja estabilizado.Depois disso, os chips entram num processo de três meses chamado “accelerated lifetime” (vida acelerada) para testar sua durabilidade. Ou seja, se tudo correr bem, o mercado receberá os produtos da Ceitec em nove meses.
DOAÇÃO DIFÍCIL
A trajetória da Ceitec mostra como o poder público tem dificuldades de estabelecer uma empresa até quando os equipamentos vêm de graça. Em 2000, a Motorola tentou doar suas máquinaspara a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. O projeto, porém, não teve apoio do governo do Estado de São Paulo à época, mesmo depois de dois anos de negociação, e acabou indo para Porto Alegre.
A produção de semicondutores no Brasil é bastante pequena, com empresas como a Aegis, deSão Paulo, mas nem sempre foi assim. O País já chegou a ter sete fábricas de semicondutores, controladas por multinacionais: Philips, Motorola, Siemens, NEC, Fairchild, Texas Instruments e National Semiconductors. A reserva de mercado acabou matando essa indústria.
A Philips instalou uma fábrica no Recife em 1974. No mesmo ano, criou uma unidade na cidade deKaoshiung, em Taiwan, com a mesma capacidade de produção, de 50 milhões de circuitos integrados por ano. Em cinco anos, a fábrica taiwanesa produzia 1 bilhão de circuitos integrados por ano, enquanto o Brasil foi obrigado a congelar a produção.
A Ceitec é uma tentativa de recuperar o tempo perdido e os desafios são grandes. Um deles é a indústria brasileira de eletrônicos, que costuma comprar kits de produtos, no lugar de chipsavulsos. Para vencer essa barreira, a estatal busca a estratégia de trabalhar com parceiros nodesenvolvimento de produtos e de aproveitar o poder de compra do Estado para alavancar a produção. Ainda é cedo para dizer se a estratégia dará certo, mas a trajetória da empresa, até aqui, mostra que não será nada fácil.
Fonte: Renato Cruz - O Estado de São Paulo
às 13:34
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Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Congresso Nacional, o deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC) questiona a conceituação de trabalho escravo na legislação brasileira, momento em que se discute a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 438) conhecida como a PEC do Trabalho Escravo.
A preocupação de Colatto é que a interpretação equivocada da expressão pode resultar em problemas para outras atividades no campo. O receio do parlamentar é que atividades, comumente desenvolvidas no campo, sejam erroneamente consideradas como trabalho escravo o que, de acordo com a PEC, destinaria a propriedade em questão para a reforma agrária.
Colatto justifica o perfil do trabalhador no campo diferente daqueles que desenvolve atividades em chão de fábrica. “Não podemos esperar que o trabalhador da erva-mate tenha as mesmas condições que outros de indústrias considerando o tempo que despende e o tipo da atividade”, cita como exemplo.
O parlamentar acrescenta que o trabalhador temporário em várias atividades agropecuárias e urbanas é considerado um tarefeiro e o receio é o entendimento equivocado dos fiscais do Ministério do Trabalho. “Somos contra o trabalho escravo no Brasil, àquele que fere os direitos humanos fundamentais, mas não podemos concordar em acabar com a atividade temporária, que garante o sustento de muitas famílias e ajuda a manter a produção no campo”, acrescenta. Segundo Colatto, o trabalhador rural, já muito prejudicado pela falta de incentivo e intempéries, não terá condições de arcar com equipamentos de proteção individual, infraestrutura e outros custos necessários.
Pela falta de clareza na definição de trabalho escravo no país, Colatto assevera que a PEC também fere o direito à propriedade, pois a proposta prevê a desapropriação de terras onde forem encontrados trabalhadores em condições análogas à escravidão. “Que se responda na justiça como em todos os outros delitos”, salienta. Para o deputado, já existe legislação trabalhista rigorosamente elaborada para castigar alguém que pratique trabalho escravo no Brasil, o que não justifica a perda da propriedade.
Outro exemplo citado pelo parlamentar são os catadores de papel. “Estas pessoas teriam que ser enquadradas no trabalho escravo porque elas catam papel sem estrutura, passam para os compradores que fazem a coleta e mandam para a indústria”, diz.
Colatto destaca que muitos deputados e senadores que fazem adesão a PEC 438 não conhecem, não leram e não sabem as conseqüências desta proposta. “Não podemos votar uma lei sem ter exatamente conceituado o que é o trabalho escravo, como será feita a notificação e a punição daqueles que a praticam. Por isso, não concordamos com o confisco da terra, a família não pode perder o patrimônio”, diz.
Fonte: AI / Dep. Fed. Valdir Colatto
23 de Fevereiro de 2010 às 13:43
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A tomada de crédito para investimentos em agricultura sustentável triplicou na primeira metade da safra agrícola 2009/2010, em relação ao mesmo período do ciclo anterior. O Programa de Incentivo à Produção Sustentável do Agronegócio (Produsa), instrumento de apoio do Plano Agrícola e Pecuário (PAP), passou de R$ 46 milhões, em 2008/2009, a R$ R$ 164 milhões, no período.
O Produsa oferece linha de crédito para investimento em sistemas de produção agropecuária, que respeitam a legislação ambiental, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e produção de alimentos orgânicos. Os limites de crédito chegam a R$ 400 mil, com juros que vão desde 5,75% a 6,75%, por beneficiário. O prazo de reembolso varia de cinco a oito anos, chegando até 12 anos no caso de florestas plantadas. No total, o programa alocoucom R$ 1,5 bilhão para o produtor, nesta safra.
De acordo com o chefe da Divisão de Agricultura Conservacionista do Ministério da Agricultura, Maurício Carvalho, o Produsa libera recursos a taxas e prazos compatíveis com a atividade agrossilvipastoril, incentivando a geração de renda para o produtor e mais empregos no campo. “O programa estimula a adequação da propriedade rural ao novo sistema de produção, de acordo com a capacidade de uso do solo, além de corrigir sua fertilidade, que é um dos aspectos mais caros e limitantes da produtividade”, explica.
Carvalho ressalta que os agricultores são os principais agentes econômicos das técnicas sustentáveis e que cabe ao governo o estabelecimento de políticas agrícolas compatíveis com a atividade e a difusão das informações e tecnologias no campo. “A parceria e o comprometimento entre o setor público e as organizações, privadas são fundamentais para criar um ambiente de negócios favorável à adoção de sistemas agropecuários sustentáveis, com benefícios à sociedade como um todo”, finaliza.
Fonte: Mapa
às 13:43
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A Comissão Técnica de Pecuária de Corte da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e a Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM) querem mais transparência nas relações de compra e venda entre pecuaristas e frigoríficos, e para isso, estão elaborando um projeto piloto para mudar o sistema de comercialização do gado gordo.
O coordenador da comissão, José Carlos Lemos Monteiro, explica que a discussão veio à tona após os últimos acontecimentos envolvendo a falta de pagamento por parte de algumas redes de frigorífico.
Entre as vantagens apontadas da nova transação, está a garantia de recebimento, maior competição dos preços, maior número de frigoríficos competindo e não havendo distinção entre os frigoríficos menores e as grandes indústrias, além de maior transparência.
A proposta da Famasul e BBM, é fazer com que o boi se torne uma commoditie, assim como é a soja, o milho e o etanol. A proposta já foi apresentada para a CNA, Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG) e Fórum Nacional da Pecuária de Corte.
O vice-presidente da BBM no Estado, Carlos Eduardo Dupas, afirma que a bolsa é capaz de fazer essa aproximação entre os dois agentes da relação, garantindo mais transparência e liquidez nas operações.
Para a carne, a BBM vai fazer com que vendedor e comprador fixem preço no produto antes dos bois serem embarcados. Os frigoríficos farão um depósito de 90% do valor que fica fixado na operação, em uma conta de liquidação financeira da BBM, e somente depois dessa garantia a mercadoria será embarcada. O acerto final será feito após o abate dos animais, com o repasse do valor pela conta de liquidação.
Para Dupas, o interesse demonstrado por parte dos produtores e dos frigoríficos indica que o projeto deverá ser um sucesso, com previsão de iniciar os primeiros negócios já no próximo mês. “Este é primeiro de um dos grandes problemas da pecuária sul-mato-grossense que está prestes a ser resolvido”, disse.
Fonte: CapitalNews
às 13:42
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A maior rede de supermercados do mundo desafiou seus principais fornecedores a desenvolverem produtos mais sustentáveis.
Após um ano e meio de pesquisa e inovação tecnológica, os resultados já podem ser vistos nas prateleiras: embalagens menores e feitas de material reciclável, menor consumo de matéria-prima e energia, destinação inteligente de lixo, e outras mudanças inteligentes em favor da ecoeficiência.
Veja como o varejo pode fazer ajustes importantes em favor do planeta, estimulando o consumo consciente.
Vídeo: clique aqui
Fonte: Globo News
22 de Fevereiro de 2010 às 12:01
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Exportações menores de carne bovina em 2009, melhora na oferta interna - graças à recomposição do rebanho - e preços mais acessíveis levaram ao aumento do consumo per capita do produto no ano passado.
Pelas estimativas da AgraFNP, o consumo de carne bovina por habitante no mercado brasileiro ficou entre 33 e 34 quilos no ano passado - havia sido de 30 quilos no anterior. “Os preços da carne caíram, o que estimulou o consumo”, disse José Vicente Ferraz , diretor da AgraFNP.
Ele observou que tais números podem sofrer alguma alteração após a divulgação de dados oficiais de abate de bovinos em 2009 pelo IBGE, ainda neste primeiro semestre.
Para este ano, o analista estima novo aumento do consumo per capita de carne bovina no Brasil. “Não vai crescer tanto [como em 2009], mas deve crescer”, afirmou. Ele acredita em incremento menor porque espera melhora nas exportações do produto este ano. Em 2009, foram 1,139 milhão de toneladas, queda de 12%.
Ferraz observou que o comportamento do câmbio também influenciará o desempenho das exportações, mas lembrou que há uma recuperação da demanda internacional após um período desaquecimento em função da crise internacional.
Ele citou Rússia e Venezuela como exemplo de mercados que devem voltar a comprar do Brasil, já que estão sendo beneficiados pela alta do petróleo, o que eleva a receita desses países.
Com exportações maiores, os preços ao consumidor doméstico tendem a subir, o que deve segurar a demanda, acrescentou.
Fonte: Valor Econômico
21 de Fevereiro de 2010 às 16:30
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