Arquivo de Dezembro de 2009
Os dois principais partidos de Taiwan concordaram, nesta terça-feira, em adotar novamente sanção a alguns tipos de carne de boi importados dos Estados Unidos, por conta da crescente preocupação da população com relação à doença da vaca louca.
Nesta manhã, as negociações entre o Kuomintang e o partido da oposição, o Democratic Progressive Party, em torno da legislação de medidas sanitárias fracassaram e o partido do governo ameaçou levar o assunto à votação nesta tarde.
A decisão contraria o presidente de Taiwan, Ma Ying-jeoul que, ao final de outubro, tinha suspendido a sanção à carne americana. Um protocolo acordado entre o país e os Estados Unidos permitia que determinadas carnes americanas fossem importadas. Espera-se que a decisão definitiva seja votada pelos legisladores de Taiwan no início de janeiro.
Fonte: O Globo
29 de Dezembro de 2009 às 20:27
admin
Entre novidades do modelo proposto, está o fim da necessidade de identificar os animais com numeração individual
Luiz Patroni | Campo Grande (MS)
Pecuaristas e lideranças do setor agropecuário têm opiniões divididas com relação ao novo modelo do Sisbov, que ficará em fase de consulta pública durante 30 dias. Mesmo com alterações que buscam facilitar a implantação do sistema nas fazendas, parte da classe produtora reclama da falta de uma definição concreta sobre o futuro das normas de identificação animal adotadas no país, e teme que os investimentos para aderir ao Sisbov acabem sendo em vão.
O pecuarista Léo Renato Miranda bem que tentou, mas manter os custos da implantação da rastreabilidade no rebanho de mil animais se tornou inviável. Ele trabalha com recria e engorda de bovinos em Maracajú (MS) e há três anos decidiu aderir ao Sisbov. Porém, o investimento elevado, o baixo retorno e a burocracia existentes no processo de identificação do gado se tornaram grandes obstáculos para o produtor.
— É inviável investir no Sisbov. Os custos são altos, os frigoríficos na prática não pagam a mais pelo gado rastreado, além da “bagunça” que virou o sistema, com várias certificadoras e muita gente oferecendo serviços que não davam retorno nenhum — explicou Miranda.
Para mudar esta imagem e atrair um número maior de pecuaristas, o Ministério da Agricultura promoveu alterações no Sisbov. O modelo atual, em vigor desde julho de 2006, sofreu mudanças significativas que visam, principalmente, dar mais segurança ao sistema de rastreabilidade além de simplificar as regras, tornando o sistema mais acessível aos usuários.
— O sistema visa principalmente maior responsabilidade e participação do produtor. O proprietário dos animais, através de uma senha, vai poder acessar todos os dados que existem sobre a propriedade dele e dos animais dele na Base Nacional Única — disse o secretário de Defesa Agropecuária Ministério de Agricultura, Inácio Kroetz.
A adesão ao novo Sisbov continua sendo voluntária. Entre as novidades do modelo proposto, está o fim da necessidade de identificar os animais com numeração individual, que só será exigida dos grupos de animais destinados à exportação. Em todos os outros casos, passa a ser permitida a identificação pela propriedade. O pecuarista não é mais obrigado a contratar uma certificadora para solicitar seu cadastro no Sisbov: basta ir à Unidade Veterinária Local.
Além disso, terá autonomia para solicitar a numeração dos brincos e preencher os formulários de entrada e saída de animais pela internet. Também poderá fazer a identificação dos animais. As vistorias, antes feitas apenas pelas certificadoras, poderão ser realizadas por agentes certificadores cadastrados.
Além do Ministério da Agricultura, a iniciativa privada, representada pela CNA, também passa a ser responsável pela operacionalização do sistema. O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura acredita que as mudanças irão reduzir o custo de implantação do Sisbov e ressalta que houve uma mudança de conceito, transformando a rastreabilidade em um sistema de identificação e certificação, que segundo ele é extremamente seguro e confiável.
— Se nós temos um sistema seguro e que pode dar toda essa credibilidade, nós podemos conseguir convencer os europeus a diminuir as exigências, já que ele atende perfeitamente em equivalência àquilo que se cobra do produtor europeu, que, em última análise, é o que eles querem que o Brasil cumpra em equivalência os mesmos requisitos que o produtor europeu é sujeito — acrescentou Kroetz.
Apesar das mudanças, parte do setor ainda demonstra desconfiança com relação ao novo Sisbov. Para a Associação dos Criadores de Nelore de Mato Grosso do Sul, as alterações no modelo ainda não são suficientes para acabar de vez com aquele que é considerado um dos maiores empecilhos para a adesão maciça dos pecuaristas ao sistema: a falta de continuidade do programa. Isso porque, segundo a Nelore MS, ainda não foram apresentados recursos que garantam que o investimento do produtor não seja em vão.
— As constantes mudanças no Sisbov tornam o sistema pouco confiável para os pecuaristas, que já não sabem quanto tempo o investimento feito irá ter “valor” — disse o vice-presidente da Nelore MS, Guilherme Bumlai.
O diretor da certificadora Planejar, Luciano Antunes, teme que a nova proposta do Sisbov não seja aceita pela União Europeia. Além disso, acredita que - ao contrário do que diz o Ministério da Agricultura - os custos para o criador fiquem ainda mais altos.
— Isso vai ou não ser aceito? Nós temos grandes dúvidas de que a União Européia vá aceitar este tipo de controle. Ele pressupõe um sistema nacional, um grande banco de dados único como foi chamado, a que o produtor terá acesso, poderá movimentar diretamente e poderá fazer algumas das operações. Isso pressupõe grandes investimentos. É um sistema caro, isso custa alguns milhões. Então tem que ver quem vai pagar esta conta. É muito importante ao produtor questionar se isso não vai trazer mais custos para ele. Nas nossas contas, isso vai ficar mais caro do que é hoje — concluiu Antunes.
Já o superintendente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, João Gilberto Bento, avalia positivamente algumas mudanças apresentadas, como, por exemplo, o fim da obrigatoriedade de rastrear individualmente os animais. Porém, ele enfatiza que a melhor solução é a participação maciça dos produtores durante a consulta pública do novo modelo.
— Inicialmente, continua a não obrigatoriedade, o que é um fato importante. As propriedades brasileiras de pecuária não são obrigadas a rastrear individualmente os animais e têm que manter um cadastro nos escritórios sanitários controlados pelos Estados. A nova proposta que está no site do Ministério da Agricultura para ser avaliada e consultada está aberta a consulta e sugestões. Tem alguns pontos interessantes — finalizou João Gilberto Bento.
CANAL RURAL
às 20:17
admin
Andam dizendo que o Bertin lançará em 2010, nas embalagens de carne bovina da marca Bertin, uma etiqueta com código de rastreabilidade.
Vamos aguardar.
Fonte: CertBeef
às 20:10
admin
Os bovinos uruguaios que estão identificados, mas não contam com rastreabilidade ou a perderam por algum motivo, poderão ser exportados, inclusive para a União Europeia (UE), mas não dentro da cota Hilton, segundo confirmou o vice-presidente do Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC), Fernando Pérez Abella, após a Junta Diretora do instituto ter recebido um detalhado informe oficial.
O Uruguai conta com 7,2 milhões de bovinos identificados, dos quais 6,383 milhões de cabeças estão rastreadas. Paralelamente, existem cerca de 191.000 bovinos com rastreabilidade observada - por diferentes motivos - e outros 696.000 cabeças que a perderam, mas que estão identificados.
A rastreabilidade obrigatória dos bovinos uruguaios começou com os bezerros em 2006, mas há quase 3 milhões de cabeças adultas que não foram incluídas. Para que cumpram com esse requisito e para que o Uruguai tenha todo o rebanho rastreado - ou seja, rastreado até a origem de cada animal -, agora o Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca está trabalhando em um projeto de lei que busca evitar diferenciações entre os bovinos e, inclusive, que se possam pagar preços diferentes no mercado.
Fonte: El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
às 20:07
admin
27 de Dezembro de 2009 às 13:24
admin
Um título emprestado da matéria da revista Veja de 27/10/1999 que tempera com uma dose de sarcasmo um perfil bem brasileiro; para alguns, tido como nossa maior virtude: O famigerado jeitinho.
Saci - personagem do folclore brasileiro - neste caso é uma ironia da revista. Na verdade, ao que se refere a matéria é SACI - acrônimo de Satélite de Aplicações Científicas. Mas no que isso é relevante para a rastreabilidade bovina?
Vejamos o que trata a matéria: “A perda do Saci-1 é um duro golpe na ambição brasileira de desenvolver ciência aeroespacial com pouco dinheiro”. Até ai tudo bem, se não possuímos as mesmas condições financeiras dos países desenvolvidos, mas temos gente criativa vamos tentar fazer dessa forma.
Ok, a matéria prossegue: “O grande trunfo do satélite era exatamente seu baixo custo, menos da metade do de seu antecessor, o SCD-2. Para isso, economizou-se em vários componentes e inventaram-se tecnologias mais baratas.”
Opa! Aqui a coisa começou complicar. Inventamos componentes e inventamos tecnologias baratas? Será que os países desenvolvidos com comprovada e longa experiência no desenvolvimento de satélites nunca pensaram nessa possibilidade?
Se eles têm dinheiro de sobra para gastar, problema deles. Ou quem sabe durante todos esses anos eles tiveram sorte e nós tupiniquins vamos mostrar como se fazem as coisas?
É pode ser…
Porém essa saga brasileira não para ai: “Até mesmo o lançamento foi adaptado, já que o Saci viajou de carona num foguete…”
Ou seja, resumindo: construímos um satélite com um custo baixo. Aliás, muito mais baixo como jamais fora feito no mundo civilizado, embarcamos tecnologias baratinhas, baratinhas (quem sabe muita coisa comprada na Rua Sta. Ifigênia em São Paulo) e para concluir colocamos de “carona” em um outro veículo lançador. Carona; Essa última foi de mestre!
Mas o resultado é a conclusão do artigo da Veja: “Se tivesse dado certo, teria provado que o Terceiro Mundo pode competir na indústria espacial. Como não deu, talvez tenha demonstrado o contrário…”
Espera ai. Esse texto parece que está fora de contexto. Mas não está!
Isso vem à mente ao deparamos com informações que já são de domínio publico a respeito da nova IN do MAPA que pretenderá substituir a IN-17, em vigor atualmente e regulamentando os procedimentos da certificação Sisbov.
Quando se constata algumas propostas sugeridas na minuta, a sensação que suscita é estarmos diante de algo realmente inovador: um processo de certificação com incomum simplificação, propondo extraordinárias facilidades operacionais de execução dos procedimentos e ainda a possibilidade de identificação “coletiva”. Mais uma incrível criação à brasileira? E a propósito: Rastreabilidade com identificação coletiva dos bovinos e bubalinos; é inacreditável a essa altura que se insista nisso.
Mas vamos em frente.
Outro detalhe da proposta realmente chama a atenção. Um instante: Por que se está querendo mudar o Sisbov se atualmente quase duas mil propriedades estão certificadas ERAS e pela primeira vez, desde 2002, recebemos elogios em auditoria da Comunidade Européia?
Logo agora quando produtores organizaram a gestão das suas propriedades, se adequaram as Normas do Sisbov, demonstrando que na pecuária de corte também é possível evoluir dentro de padrões de normatização já perfeitamente incorporados no comércio e na indústria?
Fica a questão.
Voltemos às inovações: “Entidade Certificadora Profissional Liberal”.
De acordo com a proposta, um profissional graduado em ciências agrárias será habilitado pelo MAPA para realizar procedimento de certificação Sisbov-ERAS. Um profissional liberal, pessoa física, depois de “treinado” pelo MAPA torna-se uma certificadora. Interessante que até o momento o Mapa reiteradamente se recusou em treinar os técnicos das Certificadoras habilitadas, tão pouco os seus responsáveis técnicos, não obstante, o tenha feito várias vezes para os fiscais federais e técnicos das unidades de defesa sanitária estaduais, inclusive contratando auditores da União Européia como instrutores.
Claramente se descortina o pano de fundo dessa nova IN que além de tentar indiretamente extinguir com as certificadoras (pessoa jurídica) atualmente credenciadas pelo Mapa, as substituindo pela Entidade Certificadora Profissional Liberal quer oferecer a ilusão da simplificação. Realmente uma idéia revolucionária. Jamais utilizada num sistema de certificação decente. Opa lá! Um novo Saci?
Primeiro é necessário entender o que é uma certificadora em termos internacionais e em termos normais. Aqui vale destacar que não foi o Brasil que criou no mundo o conceito de certificação por 3ª parte (Entidade independente de avaliação de conformidade) como também não foi o Brasil que inventou os satélites de órbita terrestre. Os que funcionam pelo menos.
O Inmetro, órgão oficial normativo do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, define a acreditação como sendo a atestação de terceira parte relacionada a um Organismo de Avaliação da Conformidade - OAC (na prática conhecemos como certificadora), comunicando a demonstração formal da sua competência para realizar tarefas específicas de avaliação da conformidade (auditoria, inspeções). Representa o reconhecimento formal da competência de um OAC para desenvolver tarefas específicas, segundo requisitos estabelecidos (geralmente uma Norma). Além disso, realiza-se um formal e efetivo compromisso do Organismo acreditado no cumprimento das cláusulas das Normas referência de uma determinada acreditação; e com o objetivo de verificar se o Organismo continua atendendo aos requisitos e aos regulamentos da acreditação, são promovidas avaliações periódicas de supervisão e de reacreditação.
Evidentemente, não existe em lugar nenhum do mundo civilizado essa figura de Certificadora Pessoa Física proposta para a nova IN. Embora o Mapa como órgão oficial responsável pela sanidade animal e vegetal tenha autonomia para criar um sistema, terá que atender pressupostos mínimos consagrados e capazes de promover a confiança aos produtos e serviços disponibilizados, por meio do reconhecimento da competência dos Organismos de Avaliação da Conformidade, com credibilidade e consonância com as práticas internacionais.
Fora disso estaremos criando novos Sacis, nos expondo novamente como o país do jeitinho e não confiável. Embora forças políticas unicamente comprometidas com seus projetos pessoais se esforcem em vender uma idéia eleitoreira e xenófoba de “La garantía soy yo”, toda a população de uma forma ou outra paga a conta de qualquer perda de credibilidade do país.
É certo que o Mapa tem a prerrogativa de alterar o sistema de certificação. Aliás, como está propondo agora. Uma vez que detém o controle da BND (Base Nacional de Dados) e realiza auditorias nos ERAS, por exigência da UE, porque não assume integralmente o Sisbov, incluindo seus bônus e ônus? A resposta parece muito lógica. As certificadoras se tornaram indevidamente um grande escudo e uma válvula de escape para o próprio Mapa. Todas as deficiências na coordenação do sistema pelo Mapa se credita a responsabilidade para a iniciativa privada. As certificadoras se tornaram a “Geni” da rastreabilidade! Cômodo não é?
Interessante que em outras certificações do próprio Mapa, Orgânicos, PIF (frutas), Armazéns, para citar alguns exemplos, tudo caminha normalmente incluindo parceiras com o Inmetro, e não se cogita em eliminar as certificadoras.
Vender ao mercado a idéia que é possível e vantajoso criar um sistema de certificação da rastreabilidade bovina, extremamente simplificado, baseado na GTA eletrônica e se utilizando da certificação por lote pode seduzir num imediatismo ingênuo. Como seduziu a idéia, ou melhor, a tentativa do Brasil ensinar o mundo como se constrói satélite de baixo custo. Ê Saci!
Porém, é difícil acreditar que técnicos do Mapa envolvidos na coordenação do sistema Sisbov que adquiriram experiência com sistemas da qualidade, gestão e conformidade, desde 2002, tenham gestado essa proposta para a mutilação do IN-17, senão por uma enorme pressão política completamente divorciada das reais questões técnicas.
Resumo dessa ópera Tupiniquim:
A União Européia exige, minimamente, 90 dias de permanência do animal no Sisbov com 40 dias na última propriedade e identificação individual. Então é 90 dias nem um minuto a mais, é identificação individual no pau da viola. Até mesmo nos esforçaremos para reduzir a “noventena” e tentar conseguir identificação por lote, mesmo correndo riscos de comprometer as exportações.
Ao invés de atender esse importante cliente da carne bovina, buscando oferecer algo a mais, inclusive reforçando a credibilidade internacional do produto brasileiro, levantamos a bandeira anacrônica da luta de países pobres contra ricos, justificando as nossas deficiências como barreiras técnicas dos melhores compradores do nosso produto.
Lastimavelmente ainda no Brasil certos setores se comportam com o perfil típico do fornecedor tacanho, de mentalidade ultrapassada que só atende no máximo, o mínimo das expectativas dos clientes e ainda com fanfarronice se vangloria “eles tem que comprar de nós…”, quando no mundo globalizado e competitivo busca-se cada vez mais “encantar” os clientes.
Será que esse Saci além de não ter uma perna é cego?
Fonte: Altino Lopes Filho - Médico Veterinário, Diretor do Instituto Latino Americano de Avaliação Tecnológica Ltda - ILAT (Empresa do Grupo IFM) - escreveu para o BeefPoint
23 de Dezembro de 2009 às 16:58
admin
O grupo disse que pode buscar aquisições de empresas de distribuição e processamento de carne na Europa e na Ásia, com objetivo de reduzir custos. Segundo o diretor de relações com investidores, Jerry O’Callaghan, as compras estão nos planos de crescimento para os próximos cinco anos.
“A distribuição é a chave para o nosso negócio. Construir uma rede global é o nosso principal objetivo para os próximos anos”, disse O’Callaghan. Para se expandir, a JBS pretende vender US$ 2 bilhões em debêntures e obter outros US$ 2 bilhões em uma oferta primária na bolsa de Nova York.
O grupo brasileiro controla mais de 10% do mercado mundial de carne bovina depois de ter realizado cerca de 30 aquisições desde 1993, incluindo as americanas Swift, Smithfield e Pilgrim’s Pride.
Fonte: Avisite
21 de Dezembro de 2009 às 20:01
admin
Ao longo do desenvolvimento e na transformação do mundo, a história do cristianismo nos revela o acontecimento de “milagres” em beneficio da humanidade em época de conciliação e redenção.
Para quem esperava fazer “milagres” com a DANÇA DOS BILÕES (http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=59465), para futuras “campanha” terão que se conformar com os resultados do sétimo dia, porque o funeral de Copenhague já passou deixando a Organização das Nações Unidas – ONU, apenas com as PROMESSAS DOS PAISES .
Sem a conciliação dos Paises para a formalização de um acordo mundial em relação ao aquecimento global, as Organizações Não Governamentais - ONGs que esperavam “salvar o planeta agora”, terão que esperar a redenção dos governantes dos paises desenvolvidos em 2010 nos sombreiros Mexicanos, local do próximo evento previsto pela ONU.
Quem buscava na criação de um fundo com centenas de bilhões, ficaram apenas com a promessa de um “acordo não obrigatório” de financiamento em longo prazo que devem somar três dezenas de Bilhões, sendo deste total 3,6 bilhões dos Estados Unidos, valor bem abaixo dos 5 bilhões do Brasil que a Ilustre Ministra Chefe Dilma, acompanhada do Ministro Minc, se antecederam em prometer doar a fundo perdido aos Paises pobres, valor este que deve ficar o dito pelo não dito já que o “ambientalista” Ministro Minc não conseguiu fazer das tripas coração.
Com o fracasso do COP – 15, militantes AMBIENTALISTAS que dependem dos “bilhões de dólares” para “salvar o planeta agora” dizem que “O documento é vazio, sem metas e covarde.” e já se organizam para protestar contra a decisão dos políticos.
Sendo assim, A CIÊNCIA E TECNOLOGIA devem continuar com o processo de desenvolvimento, da indústria do transporte, da produção de combustíveis (para queimar nas viagens), da tinta do plástico e do algodão para confecção de faixas e painéis, produtos necessários e indispensáveis para os “ambientalistas” continuar com seu objetivo: PROTESTAR. Até porque dependem dos “protestos” para salvar a fonte da sobrevivência financeira, ….Sem fazer conta do quanto estão poluindo com seus atos.
Bom….Já que não aconteceu nem um “milagre” em Copenhague para salvar os ambientalistas da obrigação de novos protestos, o AGRONEGÓCIO deve continuar multiplicando a produção de alimentos, sempre usando de tecnologias para diminuir os impactos ambientais e viabilizar o aumento da produção e da produtividade de animais e vegetais.
Desta forma os produtores rurais pretendem continuar garantindo a alimentação da humanidade, não querendo ser “santo” muito menos ser “sacrificados” por governos e ambientalistas.
Fonte: Valdir Edemar Fries
às 19:58
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O novo Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) está em consulta pública pelo prazo de 30 dias, de acordo com a Portaria Nº 459, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (21). Entre as normas publicadas estão os procedimentos operacionais para o produtor rural, certificadoras, agente certificador, matadouros-frigoríficos e fornecedor de elementos de identificação. Além disso, constam dados sobre a planilha padrão de identificação dos animais, requerimento de credenciamento de certificadora, de agente certificador e de fornecedor de elementos de identificação.
Agente Certificador - Considera-se apto o profissional de ciências agrárias graduado em engenharia agronômica, medicina veterinária ou zootecnia, habilitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que poderá atuar como pessoa física autônoma ou contratada por certificadora cadastrada. O interessado em se habilitar ao cargo como pessoa física deverá apresentar requerimento ao superintendente federal de agricultura da unidade federativa em que pretende atuar. As auditorias de certificação serão agendadas pelo produtor rural.
A função de auditor será ocupada apenas por fiscal federal agropecuário ou servidor dos Serviços Estaduais de Defesa Agropecuária, com formação em uma das três áreas indicadas.
Estabelecimento Rural - No estabelecimento rural cadastrado no Sisbov, todos os bovinos e bubalinos serão obrigatoriamente identificados, exceto os animais nascidos na propriedade com até 10 meses, em que a identificação é facultativa. Para cadastrar o estabelecimento na Base Nacional de Dados o produtor deverá solicitar à Unidade Veterinária Local (UVL).
Os interessados em encaminhar sugestões devem enviar e-mail para consultsisbov@agricultura.gov.br. (Kelly Beltrão)
Fonte: Mapa
às 18:13
admin
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