Arquivo de Setembro de 2009
O estudo Brasil Sustentável - Perspectivas do Brasil na Agroindústria, divulgado nesta terça-feira (29) pela consultoria Ernst & Young Brasil e a FGV Projetos, apresenta boas expectativas para o país no mercado de agronegócios global nos próximos anos. As exportações nacionais do setor devem crescer a uma taxa anual média de 1,3% até 2030 (1% ao ano na área de alimentos beneficiados e 2% ao ano para matérias-primas).
A projeção é realizada a partir de um cenário de avanço do Brasil no mercado internacional, sobretudo entre 1995 e 2005, quando o país saltou do nono lugar no ranking de exportações mundiais da agroindústria para a quarta posição, o que representa um crescimento médio anual de 10,2%, o maior do mundo. De acordo com Fernando Garcia, coordenador técnico do projeto e responsável pelo desenvolvimento de conteúdo da FGV Projetos, a evolução está associada ao aumento da produtividade do setor no Brasil, cerca de 2% ao ano nas últimas décadas.
A pesquisa indica ainda que a China, atualmente o sétimo importador do segmento rural brasileiro, deve se tornar o segundo maior mercado para os produtos nacionais em 2030, atrás somente dos Estados Unidos. O estudo mostra uma queda na participação de nações ricas nas importações mundiais de alimentos e matérias-primas, e uma ampliação da parcela de países como China, Índia e Brasil. “A fatia chinesa passará de 12% para 17,4%”, afirma Renato Gennaro, diretor executivo da Ernst & Young.
Existe ainda a previsão de que a renda familiar nos países pobres tenha um aumento significativo nos próximos anos. Os índices expressivos de crescimento nas faixas intermediárias de renda farão com que a procura por produtos mais sofisticados, como carnes e laticínios, seja maior. “A demanda vai se tornar mais exigente”, comenta Garcia. No Brasil, a estimativa é de que o consumo das famílias aumente 3,8% anualmente e que a demanda por alimentos avance 3% ao ano, sendo 2,5% para alimentos in natura e 3,1% para produtos processados.
No que diz respeito à oferta, a pesquisa mostra que uma evolução em termos tecnológicos é fundamental para melhorar a produtividade e a qualidade do agronegócio mundial. Para Garcia, embora o crescimento da produtividade brasileira tenha sido satisfatório nas últimas décadas, o país ainda precisa de investimentos, não apenas para se tornar líder em novos segmentos, mas também para desenvolver o setor de forma sustentável.
Subsídios aos pequenos produtores
Os autores do estudo realizado por Ernst & Young e FGV Projetos afirmam que a política agrícola do governo federal terá de evoluir nos próximos anos para proteger os pequenos agricultores brasileiros da tendência de concentração no campo. Fernando Garcia, da FGV, divide os pequenos produtores entre os que sobrevivem da agricultura de subsistência, mais concentrados na região Nordeste do país, e aqueles que trabalham em pequena escala com produtos de alto valor agregado, como é o caso dos fumicultores gaúchos.
E aponta a experiência europeia de concessão de subsídios, condenada pelos agentes da “agricultura empresarial”, como uma das poucas soluções viáveis para preservar os pequenos carentes da extinção. “É preciso um plano de médio e longo prazos, caso contrário viveremos um problema social”, afirma Garcia. “É aí que entra o papel do governo”, concorda Renato Gennaro, diretor-executivo da Ernst & Young.
Ressalva feita, sustentam Garcia e Gennaro, a liberdade de preços consolidada nas políticas adotadas na última década deve ser mantida, cabendo ao Estado o papel de orientador e formulador de estratégias capazes de garantir condições vantajosas de acesso ao crédito. Como foi feito no caso das máquinas agrícolas, contempladas com a criação do Moderfrota na virada de 1999 para 2000 e fundamentais para o avanço das vendas de lá para cá.
O estudo considerou os indicadores econômicos de 100 países que, no total, representam 97% do PIB - Produto Interno Bruto - mundial e 96% da população.
30 de Setembro de 2009 às 15:53
admin
A Bertin S.A. acaba de reformular sua linha de carnes in natura vendidas no varejo. A idéia é fazer da marca Bertin uma referência também para o consumidor-final. Os resultados dessa estratégia poderão ser conferidos nas prateleiras já neste mês de setembro. As linhas Tradicional, Apetí e Grill ganharam novos cortes, tiveram as embalagens redesenhadas de acordo com suas aplicações e público-alvo. Ao mesmo tempo, a empresa inicia um processo de fazer o layout de pontos-de-venda com material da marca: a expectativa é implantar em 20 açougues por mês, inicialmente na região Sudeste.
“As linhas atendem os diferentes tipos de consumidores e de ocasiões. A linha tradicional deve agradar à dona-de-casa que cozinha diariamente, a linha Grill ao público masculino que gosta de fazer o churrasco no fim-de-semana e a linha Apetí a todos que fazem o estilo gourmet ao preparar pratos elaborados”, comenta Marcos Scaldelai, diretor de marketing da Bertin. O executivo explica ainda que os cortes vêm com explicações sobre sua aplicabilidade e receitas no verso das embalagens.
Como parte da mesma estratégia de consolidação da marca junto ao consumidor, a Bertin iniciou o projeto de personalizar açougues. Os primeiros pontos-de-venda já foram escolhidos e estão com as obras em andamento. A seleção dos estabelecimentos participantes se dá por meio da equipe comercial da Bertin, que analisa o potencial de venda do açougue e faz projeções de crescimento para que haja o retorno do investimento entre seis e 12 meses.
às 14:51
admin
Nas últimas semanas, graças à retração da oferta de animais terminados e à firmeza da carne e do couro, o mercado do boi gordo tem trabalhado em alta.
Entre os dias 17 e 28 de setembro as cotações da arroba, considerando a média de 30 praças pesquisadas pela Scot Consultoria, reagiram 1,4%. Parece pouco, mas vale lembrar que, até então, o mercado trabalhava sob forte pressão de baixa.
Os maiores reajustes foram registrados no Pará. Nas regiões de Marabá e Redenção o boi reagiu 4,5%. Em Paragominas a alta foi de 3,0%.
No Sudeste de Rondônia, Oeste do Maranhão e Norte do Tocantins o boi subiu 2,9%. O boi da região Norte tende mesmo a se valorizar mais nesse período, em função da quase completa ausência de confinamentos.
E por falar em confinamentos, a nova pesquisa de intenção da Assocon (Associação Nacional de Confinadores) aponta queda de 19,5% no volume de gado de cocho em 2009, na comparação com 2008.
Um forte indicativo de que a oferta de animais terminados tende a se manter ajustada nesse final de ano.
Boi no Tocantins vale mais que em Goiás
O mercado realmente é dinâmico e de vez em quando surpreende.
Quem diria, há alguns anos, que o boi do Tocantins valeria mais que o de Goiás? É o que está acontecendo hoje. Analisando ambas as cotações a prazo, para descontar o imposto, temos hoje o boi do Norte do Tocantins valendo quase 4% mais que o boi gordo de Goiânia - GO.
Em 2002, o boi no Tocantins valia 15% menos que o de Goiás. O aumento da oferta de animais confinados em Goiás, especialmente na região de Goiânia, fez com que a cotações nessa região subissem menos que em outras praças, o que inclui o Tocantins. Já no Tocantins existem poucos confinamentos, o pasto em boas condições permite a retenção dos animais em engorda e a capacidade de abate do estado aumentou significativamente nos últimos anos, aumentando a concorrência pelo boi.
O fato serve também para confirmar: Goiás está se tornando um estado sem entressafra.
29 de Setembro de 2009 às 16:30
admin
Depois de Minerva, Marfrig e Bertin, agora é a vez da JBS assumir o compromisso de não comprar animais de áreas desmatadas do bioma amazônico. Em comunicado, a empresa informa que, a partir do acordo firmado com o Greenpeace, passará a adotar a política de Desmatamento Zero na Amazônia para toda sua cadeia de suprimentos e a rejeição a produtos provenientes de fazendas envolvidas na invasão de terras indígenas e áreas protegidas.
Segundo o comunicado divulgado pela diretoria do frigorífico, “o comprometimento da Companhia com a natureza busca a perenidade de seus negócios. Este comportamento vai além do cumprimento das leis vigentes e reflete, além disto, ações espontâneas e pioneiras no setor onde atua”.
O compromisso determina que todo gado e produtos bovinos sejam exclusivamente fornecidos por fazendas ou grupos formalmente comprometidos com a adoção de um sistema de rastreabilidade de produção confiável que, além das exigências atuais, incluam exigências ambientais destinadas a eliminar o desmatamento. A JBS informará aos seus fornecedores todos os requisitos básicos e os que não cumprirem esses critérios serão excluídos da lista de fornecedores.
As informações são da JBS, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
25 de Setembro de 2009 às 13:29
admin
O mercado da carne vislumbra cada vez mais os processos de fusões e aquisições no setor para atingir as comercializações externas.
Como uma disputa por território, os grandes frigoríficos apostam nas aquisições, fusões e acordos para internacionalizar sua produção, além de enraizar sua marca lá fora. Para tanto, esses frigoríficos brasileiros já disparam nas negociações a fim de aumentar seu espaço interno e a alta produtividade.
Na última terça-feira (22), o frigorífico Marfirg, um dos grandes em exportação de carnes, firmou intenção de arrendamento com os frigoríficos Margen e Mercosul, com intuito de juntos elevar a capacidade de abate para 30.150 bovinos ao dia no total da Marfrig Alimentos S.A.. Ainda ontem, o frigorífico também fez a compra do uruguaio Grupo Zenda sobre o valor de US$ 49,5 milhões por 51% da companhia, assim espera continuar a produção diária de até 7 mil couros acabados e cortados, representando a marca nas unidades da Argentina, México, Estados Unidos, Alemanha, África do Sul, Chile, Hong Kong e China.
O Marfrig já havia anunciado a aquisição da Seara, divisão de carnes da americana Cargill, por uma compra de US$ 900 milhões; da Doux Fragosul, em junho, com o desembolso de R$ 65 milhões; e, uma parceria de cinco anos com o atacadista mineiro Grupo Martins.
As aquisições dos últimos anos fizeram a JBS virar a maior empresa de proteína animal do mundo, ultrapassando a americana Tyson Foods, e ampliando fortemente suas atividades em exportação ao obter acesso a mercados antes fechados, como os Estados Unidos. Na semana passada, o grupo anunciou a aquisição da norte-americana Pilgrim’s Pride e a fusão com a Bertin S.A. Antes dessas, a empresa já fizera compras importantes, como a Swift Armour na Argentina, a Swift e a Smithfield nos EUA, e a Tasman australiana, entre outras.
A associação com o Bertin aumentará a capacidade de abate da empresa no estado do Mato Grosso para 12.266 cabeças por dia, diante de uma capacidade total de abate de 27.071 animais nos frigoríficos com inspeção federal no estado. Ou seja, o Friboi passa a ser responsável por 45,3% dos abates em Mato Grosso.
Para adquirir a Pilgrim’s, com a qual estréia em frango e na qual terá uma participação de 64% no capital social, a JBS pagou US$ 800 milhões, em dinheiro, e assumiu dívidas de US$ 1,5 bilhão da empresa.
A Brasil Foods, quinta maior empresa global de carnes, é resultado da incorporação da Sadia pela Perdigão que, na última segunda-feira (21), obteve aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para passar a coordenar, como uma empresa só, suas atividades para o mercado de exportação e espera elevar suas vendas externas a partir do ano que vem. Apesar de alijada do varejo dos EUA, um dos principais mercados mundiais, aposta alcançar o mercado norte-americano por meio de aquisições, uma vez que já exporta para 110 países.
Segundo o diretor presidente da BRF, José Antonio do Prado Fay, a empresa trabalha para ganhar competitividade em outras frentes, não pretende atuar no mercado de aves e suínos no Brasil como a JBS, e os ganhos de sinergias com a fusão serão importantes nesse sentido. “As duas empresas têm estratégias bem diferentes. O JBS atua mais do lado de commodity, exportando volumes, nós temos estratégia focada em marca”, declarou.
Para os pecuaristas
Com a associação do grupo JBS e frigorífico Bertin, a capacidade de abate sobe para 12.266 animais por dia, uma vez que, recentemente, o grupo assumiu as plantas do frigorífico Quatro Marcos que estavam fechadas nos municípios de Cuiabá, Juara, Colider, Alta Floresta e São José dos Quatro Marcos, passando a ter uma capacidade de abate diária de 8.766 cabeças, agora também com a adição das plantas de Diamantino e Água Boa. Antes da fusão, o frigorífico tinha uma capacidade de abate de 4.737 animais por dia.
Com a crise da pecuária no começo do ano, o estado do Mato Grosso viu o fechamento de 15 unidades do grupo, poucas unidades industriais concentradas para abate e que agora vem passando por uma transformação na sua estrutura industrial frigorífica.
A fusão enfrenta resistência de pecuaristas que temem menor poder de barganha nas negociações. Para a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), esta situação merece atenção por parte dos produtores. Segundo Guto Zanata, do Departamento Técnico da Famato, mesmo com esta combinação de fatores o nível de investimento na cadeia produtiva se mantém retraído, porém imprevisível quanto ao que poderá ocorrer nos próximos meses.
Para Joesley Batista, presidente da JBS Friboi, essa é uma visão “míope”, pois, segundo ele, o negócio beneficia os pecuaristas e levará a carne brasileira a mais mercados.
Juliana Ibanhes
Fonte: Redação N.A.
24 de Setembro de 2009 às 09:01
admin
23 de Setembro de 2009 às 14:39
admin
Juntas, as plantas possuem a capacidade de abate de 8,8 mil cabeças da gado ao dia
De acordo com a Agência Safras, a Marfrig informou nesta terça-feira (22) que assinou um protocolo de intenções para o arrendamento de 11 unidades dos Frigoríficos Margen S/A e Mercosul S/A. Juntas, as plantas possuem a capacidade de abate de 8,8 mil cabeças da gado ao dia e de uma indústria de charquearia com produção de 1.700 toneladas de produtos industrializados ao mês.
Segundo comunicado da Marfrig, essa operação elevará a capacidade de abate da companhia para 22.350 bovinos ao dia no Brasil e para 30.150 bovinos ao dia no total da Marfrig Alimentos S.A.
Ainda segundo a reportagem da Agência Safras, a conclusão dos arrendamentos ainda depende da autorização legal e processo de due diligence nas unidades arrendadas, que estão localizadas nos Estados de Goiás, Pará, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul.
às 13:42
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De acordo com o DCI-SP, o Ministério da Agricultura vai implantar, a partir de janeiro de 2010, programa para conter o desmatamento na Amazônia, causado pela pecuária. O anúncio foi feito pelo ministro Reinhold Stephanes, ao destacar que as propriedades serão georreferenciadas e a movimentação do gado da região será monitorada. O ministro disse, ainda, que este programa será somado ao Zoneamento da Cana-de-açúcar nas iniciativas do governo federal para produzir de forma mais sustentável no País. Stephanes participou, na última quinta-feira, do lançamento do Zoneamento Agroecológico Nacional da Cana-de-açúcar, em Brasília.
às 13:41
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MS quer que frigorífico pague 87% a mais que o proposto
A proposta elaborada pela Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) para que o Independência pague pecuaristas credores contempla valor 87% maior para pagamento à vista que o proposto pelo grupo.
Segundo a assessora econômica, Adriana Mascarenhas, a análise técnica do plano de recuperação judicial mostrou que é possível pagar à vista créditos de até R$ 150 mil sem comprometer o fluxo de caixa. O valor proposto pelo grupo foi de R$ 80 mil.
Adriana afirma que a proposta da Famasul teve grande apoio entre os criadores que participaram na quarta-feira (16) da assembléia preparatória para a assembléia de credores que será no dia 28 de outubro, às 9 horas (horário local), em Cajamar (SP). Com pagamento de créditos de até R$ 150 mil até 15 de dezembro e correção pela poupança, mais de 80% dos credores seriam beneficiados.
Os valores excedentes seriam divididos em 36 meses com correção mensal pela poupança. Outra proposta é que a categoria de pecuaristas se enquadre como prioritária, ao lado dos funcionários. “Para o frigorífico voltar operar são duas categorias imprescindíveis”, argumenta Adriana Mascarenhas.
A proposta será levada à próxima assembléia, marcada para o dia 22 de setembro, na Federação de Agricultura de Goiás.
A indústria deve pagamento referente a 30 mil cabeças de boi no Estado. São R$ 179 milhões devidos a pecuaristas de todo o País.
às 13:39
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De acordo com a Folha de S. Paulo, a partir de hoje, a concentração na compra de bois pode aumentar ainda mais. O Marfrig assume algumas das unidades de abate do Margen, que atua no Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso e Rondônia.
Não é bom
A concentração das compras de boi nas mãos de poucos frigoríficos “vai provocar uma relação de forças bem diferente no mercado, e isso não é bom para o fornecedor”, segundo Jovelino Mineiro, empresário do setor agropecuário.
Sem disciplina
Essa concentração no setor bovino será bem diferente da ocorrida nos mercados de frango e de suínos. Nesses dois últimos, “há uma disciplina”, segundo o empresário.
Só qualidade
Falando sobre a evolução da pecuária, Mineiro diz que o “só bonito” já não tem mais vez no setor. “A pecuária de hoje não quer apenas estética, mas faz uma busca constante por animais de qualidade e com boa genética.”
20 anos na luta
No início de outubro, pelo 20º ano Mineiro abre as portas de sua fazenda, em Rancharia (SP), para uma nova rodada de negociações de touros. Nesses 20 anos, presenciou uma mudança radical no perfil das vendas. “A busca atual é por evolução na produção”, diz ele.
Nada mau
Apesar da forte seca que afetou a Argentina na última safra de soja, um produtor conseguiu colher 6.000 quilos por hectare. Foi o campeão do prêmio anual de produtividade da Basf naquele país.
Vale a saída
Devido à greve nos Correios, a Illy vai aceitar os cafés inscritos para o prêmio de qualidade pela data de saída da fazenda -e não pelo limite máximo de chegada, que era hoje.
Em queda
O bom cenário que se confirma para a safra norte-americana de grãos derruba os preços em Chicago. A soja começa a semana com queda de 3% e o trigo, com recuo de 0,6%.
Preços e clima
Preços baixos e clima inadequado, devido ao excesso de chuvas, têm feito os produtores pisarem no freio no plantio de milho no Sul. Pelo menos até agora a procura por sementes é inferior ao que as indústrias esperavam.
Área menor
O desânimo entre os produtores, trazido pelos preços baixos, deve resultar em queda na área do milho. Essa redução contém um erro estratégico, na avaliação da consultoria Céleres, já que os estoques de passagem deste ano devem ser inferiores aos do período anterior.
Fonte: Folha de S.Paulo
22 de Setembro de 2009 às 11:26
admin
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