Arquivo de Agosto de 2009
Somewhere in Iowa, a pig is being raised in a confined pen, packed in so tightly with other swine that their curly tails have been chopped off so they won’t bite one another. To prevent him from getting sick in such close quarters, he is dosed with antibiotics. The waste produced by the pig and his thousands of pen mates on the factory farm where they live goes into manure lagoons that blanket neighboring communities with air pollution and a stomach-churning stench. He’s fed on American corn that was grown with the help of government subsidies and millions of tons of chemical fertilizer. When the pig is slaughtered, at about 5 months of age, he’ll become sausage or bacon that will sell cheap, feeding an American addiction to meat that has contributed to an obesity epidemic currently afflicting more than two-thirds of the population. And when the rains come, the excess fertilizer that coaxed so much corn from the ground will be washed into the Mississippi River and down into the Gulf of Mexico, where it will help kill fish for miles and miles around. That’s the state of your bacon — circa 2009.
From Farm to Fork
Photos: Food has a carbon footprint all its own, but by sourcing locally and sustainably, Palo Alto-based Bon Appétit Management Company is searching for a greener way to produce your lunch
http://daniloarealeao.blogspot.com/2009/08/time-real-cost-of-cheap-food.html
30 de Agosto de 2009 às 18:00
admin
O boicote à carne produzida no Pará, iniciado pelas grandes redes do varejo em junho por recomendação do Ministério Público Federal, está provocando uma rápida mudança no setor pecuarista brasileiro. Com o fim da restrição à carne paraense - selado com um termo de ajuste de conduta por parte dos frigoríficos - as redes de supermercado prometeram tornar mais rígidos seus critérios de compra de carne bovina.
“O episódio deu o empurrão que faltava para que o setor da pecuária tomasse providências em relação à rastreabilidade da produção de carne”, afirma Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade da rede francesa de varejo Carrefour.
Segundo o executivo, o grupo consegue rastrear a origem de 40% da carne bovina comprada, mas o objetivo é aumentar esse porcentual. “Por contrato, os fornecedores precisam cumprir cláusulas que exigem que a carne não venha de fazendas embargadas ou com desmatamento ilegal”, diz Pianez. “Mas a fiscalização é a parte mais complexa”, reconhece. No entanto, o setor varejista articula, por meio da Associação Brasileira de Supermercados, um programa de certificação da produção de carne, que está sendo levado a frigoríficos e fazendas.
“O ponto positivo é que esse rastreamento não ficará restrito a uma só rede de supermercados, o que deve trazer um alcance maior”, diz o executivo. A expectativa é de que os primeiros frigoríficos sejam certificados este ano.
Além da iniciativa do varejo, pecuaristas do Pará devem entrar, a partir de 2010, no programa de rastreabilidade que está desenvolvido pelo governo federal, batizado de ?Desmatamento Zero?. Deve incluir mais de 14 mil propriedades de seis municípios do Pará. A penalidade para o pecuarista que desmatar será a suspensão da Guia de Trânsito Animal (GTA), que permite o deslocamento dos bovinos entre as regiões. Sem a GTA, o produtor fica impedido de comercializar seus animais. O setor aponta, porém, dificuldades para rastrear o gado, entre elas o custo, que seria elevado, e o fato de os animais serem transportados de um Estado para outro.
ALERTA ANTIGO
“Os alertas sobre a existência de desmatamento ilegal e trabalho escravo na cadeia da pecuária já vem sendo feitos desde a década passada. Foi preciso um boicote para que o setor passasse a considerar esses aspectos como importantes”, avalia Oded Grajew, um dos fundadores do Instituto Ethos.
O debate sobre a necessidade de modernizar a pecuária bovina começou nos início da década, quando o mal da vaca louca fez com que a Europa exigisse a rastreabilidade da carne. “Como importávamos matrizes dos países europeus, havia essa preocupação, se os bezerros nascidos aqui poderiam estar contaminados”, relembra Marcos Vinicius Pratini de Moraes, um dos responsáveis por implementar o sistema de rastreabilidade de bovinos (Sisbov), quando ocupou o Ministério da Agricultura, entre 1999 e 2002.
O problema, aponta, foi que os produtores de carne que fornecem para o mercado doméstico não adotaram o sistema, tendo como argumento os custos altos de implementação. “O Brasil é continental, e a adoção da rastreabilidade é um processo lento, até cultural. O sistema foi pensado para a vaca louca, mas pode e deve ser usado para fins ambientais. A sustentabilidade começa a ser usada como instrumento de proteção ao acesso à carne brasileira”, diz Pratini.
MUDANÇA CLIMÁTICA
“Seguramente, a pecuária é a cadeia mais atrasada em relação às questões ambientais e a que se mostra mais resistente a mudar”, diz Rodrigo de Lima, pesquisador do Instituto de Estudos do Comércio e Relações Internacionais (Icone).
“A produtividade da pecuária extensiva praticada na Amazônia é baixíssima, é 0,9 boi por hectare, e tem total relação com as mudanças climáticas”, diz. Ele observa, porém, que é apenas uma questão de tempo até que a agenda da sustentabilidade seja integrada ao setor.
Fonte: O Estado de São Paulo
28 de Agosto de 2009 às 10:58
admin
Com 50 autos de infração lavrados, as multas aplicadas pela Operação Boi Pirata II, em Novo Progresso/PA, chegam a R$ 65,21 milhões, até o momento. Deflagrada em julho, esta operação visa coibir a criação de gado em áreas desmatadas e queimadas ilegalmente na Amazônia.
Um grande efetivo de agentes ambientais federais do Ibama, com o apoio da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar do Pará, e da Força Nacional de Segurança Pública, intensificam a cada dia os trabalhos, pois a meta a ser alcançada é a retirada de 15 mil cabeças de gado da Amazônia. Segundo o coordenador da operação, Leslie Tavares, essa é a quantidade de animais que se encontram na zona norte da unidade de conservação. “Nós vamos alcançá-la, para isso estamos trabalhando sábados e domingos, incessantemente.”, completou. Até o momento, 6,2 mil cabeças de gado já deixaram a Flona.
O levantamento dos últimos dias da operação dá conta que foram presos em flagrante 11 desmatadores, além de quatro fazendeiros do setor norte da Flona do Jamanxim que têm mandados de prisão expedidos contra si. Foram estourados até agora nove acampamentos de grupos de desmatadores. Os agentes ambientais federais do Ibama embargaram 15.135 hectares de área, por desmatamento ilegal ou queimada e apreenderam 1.000 m3 de madeira serrada e em tora, o que equivale a 58 caminhões carregados.
Para Tavares, os números demonstram a necessidade da operação. “A importância da Amazônia, a forma assustadora como ela está sendo degradada na região de Novo Progresso, impõem a urgência de agirmos com firmeza para mudar o cenário”, ponderou.
BeefPoint 26/08/2009
27 de Agosto de 2009 às 11:07
admin
A receita bruta da Bertin no segundo trimestre deste ano alcançou R$ 2,18 bilhões, 15,6% mais do que no mesmo período de 2008 e 8,6% acima do primeiro trimestre deste ano. O lucro da empresa foi de R$ 163,3 milhões, bem maior do que no primeiro trimestre, mas ainda 17,8% abaixo do segundo trimestre de 2008.
De acordo com o diretor de lácteos da Bertin, Fernando Falco, o resultado foi possível graças à ampliação dos abates de gado bovino no trimestre e ao foco em produtos industrializados, principalmente para exportação. A empresa, que operou com 80% de sua capacidade em bovinos, abateu 865,2 mil cabeças no segundo trimestre, 3,1% mais do que nos primeiros três meses deste ano.
A receita da divisão de lácteos da Bertin também cresceu, 19,6% ante o segundo trimestre de 2008, para R$ 239, 7 milhões. “Isso decorre da expansão do mix de produtos lácteos “, explicou Falco. A empresa entrou em lácteos em outubro de 2007 com a compra da Vigor.
Diante do desempenho nos dois primeiros trimestres deste ano, o executivo considera “factível” um crescimento de 25% no faturamento este ano, como previsto no plano de crescimento da empresa, que em 2008 teve receita de R$ 7,5 bilhões.
Com planos de investir R$ 3 bilhões de 2009 a 2013, basicamente em crescimento orgânico - até agora foram R$ 560 milhões - , a empresa também aposta nos produtos de consumo para ampliar sua receita. Uma das iniciativas é a entrada no mercado de massas frescas refrigeradas com a marca Vigor a partir do mês que vem. Além disso, também vai lançar cortes bovinos especiais com a marca Bertin no varejo doméstico.
Na tentativa de melhorar a estrutura de capital e conseguir cumprir as metas de crescimento, a empresa volta a pensar em abertura de capital. “Estamos conversando com instituições financeiras em busca de um reforço do mercado, preparando para a abertura de capital”, afirmou Fernando Falco. Diante da retomada do plano de lançar ações na bolsa, a pergunta inevitável: e a negociação para fusão com a Marfrig Alimentos? A resposta do executivo: “Não está na pauta.”
BeefPoint 26/08/2009
às 11:05
admin
As exportações de bovinos vivos do Pará entre janeiro e julho de 2009 representaram 4,7% do total exportado pelo Estado, com um equivalente a US$219,13 milhões, segundo os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Dentre as vinte maiores empresas exportadoras do Estado no período, cinco estão diretamente ligadas às exportações de bovinos vivos, o equivalente a 5,7% das exportações totais do Pará nos primeiros sete meses de 2009.
Apesar de as exportações de bovinos vivos serem pouco representativas considerando o abate total do Brasil (representaram menos de 1% em 2008) para o Pará a atividade tem se tornado cada vez mais importante, tanto para o setor quanto para a economia de uma forma geral,
Fonte: Agrolink
25 de Agosto de 2009 às 12:17
admin
Desde 2008, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento desenvolve na Venezuela mais um programa de cooperação técnico-científica internacional, em formato semelhante ao desenvolvido pela Embrapa África em Gana. Com foco e prioridades em ações de transferência de tecnologia, o Escritório de Negócios, localizado em Caracas, busca fortalecer o setor agropecuário do país vizinho.
Para contar com os produtos e os serviços desenvolvidos pela Empresa, a iniciativa tem o apoio dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento,e de Relações Exteriores. A equipe da Embrapa Venezuela que articula no país é composta pelos especialistas Elias de Freitas Júnior coordenador e Edison Antonio Bolson. A atuação tem ainda suporte em um acordo bilateral com o Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas da Venezuela (INIA).
Para tanto, em recente missão à Venezuela, o pesquisador e chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande-MS), Cleber Oliveira Soares, participou de diversos debates e reuniões com autoridades locais, como o vice-ministro do Circuito Agroalimentário e Agroprodutivo do Ministério da Agricultura e Terras, Yván Gil, e gerentes do INIA, afim de delinear o planejamento e a execução de projetos ligados às áreas de reprodução e sanidade animal.
A primeira proposta de cooperação técnica apresentada pelo governo de Hugo Chavez diz respeito à produção de bovinos, ovinos e caprinos com biotecnologias reprodutivas e visa a segurança alimentar dos venezuelanos, com um maior acesso ao consumo de proteínas de origem animal de qualidade comprovada. Atualmente o país possui regiões altamente produtivas e outras zonas extremamente precárias.
O projeto tem a duração prevista para três anos e por meio da aplicação de técnicas eficientes, propõe melhorar a alimentação do povo venezuelano por meio de avanços na reprodução, sanidade e manejo dos seus rebanhos. Ao final, o resultado esperado é aumentar a disponibilidade de proteína animal.
O plano operacional inclui a construção, a adequação e a atualização da infraestrutura das unidades animais do INIA e ainda a capacitação de seus técnicos. Iremos levar nossa equipe até eles em alguns momentos e em outros eles virão ao Brasil. Esse fluxo dependerá de cada etapa do projeto, explica Cleber Soares.
Sanidade outro intento, revelado por Cleber Soares, é a implementação de ferramentas para o diagnóstico e controle de enfermidades que afetam, diretamente, a produção e a reprodução pecuária e a saúde pública. Tal demanda parte dos pecuaristas, que desejam resolver e encontrar respostas para os diferentes problemas enfrentados por seus rebanhos.
As metas prevêem o controle sanitário de pelo menos 80% dos rebanhos, determinados previamente, com manejo e controle sistematizado, o qual garantirá a qualidade dos produtos e subprodutos da pecuária; elevar de 5% a 15% a oferta de insumos e serviços estabelecidos pelos programas nacionais de controle sanitário; e a certificação de, no mínimo, 70% dos produtos de origem animal. Para cumprir esses objetivos os processos produtivos e reprodutivos serão incrementados com o auxílio de pesquisadores da Embrapa de diversas Unidades, também, através de treinamentos, afirma o chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Gado de Corte.
De acordo com os representantes do INIA vários segmentos venezuelanos se beneficiarão a partir do estabelecimento desses dois projetos, entre eles, os pequenos e médios produtores, os centros de pesquisa, as universidades nacionais e internacionais, os acadêmicos de pós-graduação e, obviamente, as comunidades rurais e urbanas.
Além disso, com a aplicação dessas tecnologias os técnicos esperam obter um expressivo aumento na oferta de leite e carne de bovinos, ovinos e caprinos em, no mínimo, 40 milhões de litros; um aumento em 100 mil cabeças desses animais; e 65% de eficiência reprodutiva a mais, com taxa de mortalidade inferior a 5%. As informações partem da área de Comunicação Empresarial da Embrapa Gado de Corte.
Fonte: Safras
às 12:15
admin
O presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, vai esta manhã à Assembléia Legislativa para pedir que seja inserida na pauta de discussão a criação de um selo para de produção orgânica para o gado do Pantanal.
A intenção é dar condições para que os pecuaristas, que têm produção sustentável, mas convivem com adversidades, possam ser competitivos no mercado doméstico e internacional.
Maia afirma que há anos a questão já é tratada na esfera produtiva e científica e que chegou o momento de fazer parte também da agenda política. Ele lembra que vários estudos comprovam a sustentabilidade da produção pecuária pantaneira e que, através dos parlamentares, é possível criar um programa com normas para inclusão e certificação da produção do Pantanal, por meio de um selo.
“Assim poderíamos ter um diferencial na remuneração tirando o pecuarista do Pantanal do sufoco econômico em que está”, explica Maia.
Ele afirma que hoje pelo menos 10 municípios sul-mato-grossenses concentram a pecuária no Pantanal, onde há fatores que impõem dificuldades competitivas.
O índice de nascimentos no Pantanal, por exemplo, varia de 40% a 50%, quando no Planalto é de 80%. A mortalidade também é maior na região pantaneira, onde há mais predadores e outros problemas característicos da biodiversidade local, como atoleiros.
Quanto aos incentivos fiscais, Maia afirma que esta não é a preocupação no momento, mas será uma segunda etapa na busca pela valorização da produção pecuária do Pantanal.
Fonte: Campo Grande News
às 12:14
admin
Atualmente, o Brasil é a segunda maior locomotiva do mercado de agronegócio mundial, superado apenas pelos Estados Unidos. E, conforme o economista e consultor da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) Luiz Antonio de Camargo Fayet, a expectativa é de que até 2020 o País ultrapasse os norte-americanos.
O agronegócio brasileiro cresceu em média de 7% a 10%, ao ano, dependendo do segmento, na última década. Fayet salienta que o Brasil também teve uma grande expansão nas exportações do setor, no mesmo período. Ele informa que o País é responsável por cerca de 1,5% do total das exportações globais. Quando se refere ao agronegócio, esse patamar sobe para algo em torno de 7%. Fayet explica que isso se deve, principalmente, ao crescimento da população mundial e da sua renda.
Outro ponto destacado pelo pesquisador é a escassez no planeta de novas áreas para serem incorporadas no agronegócio. Segundo ele, de cada quatro hectares disponíveis no mundo, um encontra-se no Brasil. “Nós estamos detendo perto de um quarto das áreas ainda a serem agregadas no agronegócio”, enfatiza Fayet. No caso, o Cerrado é a região que apresenta o maior potencial de desenvolvimento.
O especialista ainda ressalta que os produtos ligados ao agronegócio sofreram um impacto menor do que os industrializados com a crise econômica internacional. O presidente do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul (Corecon/RS), economista José Luiz Amaral Machado, concorda que o Brasil tem um enorme potencial para fornecer alimentos ao mundo. “No entanto, tenho o receio no atraso que temos na área de infraestrutura”, argumenta Machado.
Fayet complementa que o País tem um custo logístico que varia de 5% a 10% do PIB. “Vivemos um apagão portuário”, lamenta o consultor. Para ele, uma solução para esse cenário é aumentar o número de empreendedores privados dentro do sistema portuário, intensificando a concorrência nesta área. Pois hoje, afirma Fayet, existe uma concentração muito grande nas operações portuárias.
BeefPoint 24/08/2009
24 de Agosto de 2009 às 16:43
admin
Os Estados Unidos importaram 340,65 mil toneladas de carne bovina no segundo trimestre de 2009, quase 14% a mais que no mesmo período de 2008. As importações de carne bovina australiana aumentaram em 54% com relação ao ano anterior no mesmo período. As importações dos EUA de carne bovina australiana começaram a apresentar uma tendência de baixa desde o alto volume importado em abril, que foi o maior volume mensal total desde 2005. Isso ocorreu, em parte, devido ao enfraquecimento do dólar dos EUA durante os últimos meses. Em 31 de julho desse ano, o dólar australiano tinha se valorizado em cerca de 11% contra o dólar dos EUA comparado com agosto de 2008. Entretanto, ele se desvalorizou mais de 17% desde 1 de abril de 2009.
As importações dos EUA de carne bovina da Nova Zelândia aumentaram em 13% no segundo trimestre do ano comparado com o ano passado. Os abates de bovinos na Nova Zelândia aumentaram em 26% até junho, de acordo com o Statistics New Zealand, como resultado de um maior descarte e uma menor produção de leite na indústria leiteira neozelandesa. Os picos de abates ocorreram em abril e maio, à medida que o Hemisfério Sul começou seu inverno. Os maiores níveis de produção levaram a maiores exportações de carne bovina da Nova Zelândia. Os EUA, que ficam com quase metade das exportações de carne bovina neozelandesa, tiveram maiores níveis de importações da Nova Zelândia no começo de junho e continuaram em julho, de acordo com estatísticas oficiais.
As importações de carne bovina do Canadá, maior fornecedor externo de carne aos EUA no ano passado, caíram em mais de 13% no segundo trimestre comparado com o ano anterior. A produção total de carne bovina tem caído no Canadá. De acordo com uma pesquisa de confinamentos do CanFax em Alberta e Saskatchewan, as maiores colocações e inventários no começo desse ano resultaram em maiores vendas de gado gordo em junho e julho. Além de aumentar a oferta de cortes de carne bovina, as maiores colocações em confinamentos no Canadá e maiores comercializações também aumentaram a quantidade de retalhos de carne.
Os trimmings (retalhos de carne) representaram quase metade das importações de carne bovina do Canadá até agora nesse ano, de acordo com dados do AgCanada. Esses retalhos são tipicamente combinados com carne processada ou carne bovina importada de animais criados a pasto para produzir carne moída. Com grandes ofertas de carne bovina processada disponível nos EUA de grandes abates de gado leiteiro e grandes quantidades de importações da Oceania, as ofertas de retalho podem ser limitadas à medida que a produção de gado gordo declinar nos EUA e no Canadá nos próximos meses. Dados semanais do AgCanada mostram que as exportações canadenses de trimmings têm permanecido maiores que no ano passado. Entretanto, os estoques em confinamentos estavam abaixo dos níveis do ano passado em 1 de agosto, o que deverá limitar a comercialização de gado gordo e retalhos do Canadá, pressionando para cima os preços da carne moída.
Os EUA deverão importar mais de 1,27 milhão de toneladas de carne bovina em 2009, 12% a mais do que no ano passado, à medida que as importações da Austrália e da Nova Zelândia deverão exceder o declínio nas importações do Canadá. As importações deverão continuar aumentando, mas a uma taxa mais lenta em 2010, para quase 1,361 bilhão.
beefpoint 21/08/2009
21 de Agosto de 2009 às 12:34
admin
Os exportadores brasileiros de carne bovina dão as boas-vindas ao retorno do Chile como importador. Neste mês, até o dia 16, os chilenos estavam entre os dez maiores importadores de carne in natura.
O setor comemora porque o valor da tonelada das importações do Chile já é o quarto maior entre as vendas efetuadas pelo Brasil. Na primeira quinzena, chegou a US$ 3.861. A líder Itália pagou US$ 7.943.
Aos poucos, o Brasil vai ganhando novos mercados. Um deles é a China, cujo país já efetua compras regulares de carne in natura. No mês passado, o Brasil conseguiu fazer 12 contratos com o Iraque, 52 com a Líbia e 700 com o Líbano.
beefpoint 21/08/2009
às 12:32
admin
Publicações anteriores