Arquivo de Março de 2009

Análise de Mercado - 27 de Março

Boi gordo

(27.03) - A arroba do Boi Gordo no Estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 77,86, com variação em relação ao dia anterior de 0,4%. A variação registrada no mês de Março é de –2,54%. (Valor por arroba, descontado o Prazo de Pagamento pela taxa CDI/CETIP).
O valor da arroba em dólar fechou o dia de ontem cotado a US$ 34,76, com variação em relação ao dia anterior de 0,4%, e de –2,52% no acumulado do mês na moeda norte-americana.

Média ponderada de arroba do boi gordo no Estado de São Paulo - base de ponderação é a mesma usada para o Indicador Esalq/BM&F.
Valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa NPR.
A referência para contratos futuros da BM&F é o Indicador Esalq/BM&F.

Boi gordo

Triangulo MG R$67,00

Goiânia GO R$68,50

Dourados MS R$70,00

C. Grande MS R$69,00

Três Lagoas MS R$70,00

Cuiabá MT R$67,00

Marabá PA R$65,00

Belo Horiz. MG R$67,00

Fonte: Uniquímica
Data: 27/03/2009

Adicionar comentário 27 de Março de 2009 às 11:14 admin

Vacinação contra aftosa começa em seis estados

A primeira etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosaem Roraima. No Nordeste, receberão a imunização animais de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A meta é aplicar 395.715 milhões de doses até o final do ano. começa, na próxima quarta-feira (1º), em cinco estados nordestinos e

No ano passado, 7.229.786 milhões de bovídeos (bovinos e bubalinos) foram vacinados na primeira etapa e 6.368.682 milhões, na segunda. A cobertura vacinal foi de 94,01% em Alagoas, o Ceará alcançou 87,65% do rebanho, Paraíba (77,36%), Pernambuco (92,73%), Rio Grande do Norte (80,77%) e Roraima (80,38%).

Declaração - Os pecuaristas devem declarar a vacinação do rebanho nas agências estaduais de defesa agropecuária estaduais, até dez 10 dias após o período da campanha.

Fonte: MAPA
Data: 27/03/2009

10 comentários às 11:09 admin

Pesquisa mostra alta no abate de bovinos

No último trimestre do ano passado, o abate total de bovinos no Estado cresceu 15,95%, conforme pesquisa divulgada ontem pelo IBGE. De acordo com o instituto, o abate de bovinos em Goiás nos meses de outubro, novembro e dezembro do ano passado somaram 705.247 cabeças, contra 608.220 no mesmo período de 2007.

Ao logo de 2008, o abate de bovinos em Goiás somou 3,02 milhões de cabeças, o que representa um aumento de 9,8% em relação ao ano anterior, quando o número ficou em 2,75 milhões de cabeças. Entretanto, comparando-se o desempenho de dezembro de 2008 em relação ao mês anterior, o abate caiu 8,94%, passando de 246.122 cabeças para 224.107. Ainda assim, o Estado ficou em 4º lugar no ranking nacional, atrás apenas de São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Frango
A pesquisa do IBGE também revela que em números relativos o melhor desempenho ficou com o segmento de aves. De acordo com os dados divulgados, o abate de frangos no Estado registrou crescimento de23,59% no ano passado, com 257,18 milhões de cabeças, contra 208,09 milhões no ano anterior.

O pior desempenho foi o da suinocultura, que registrou queda de 1,58% no abate em Goiás. Segundo o IBGE, em 2007 foram abatidos 1,57 milhão de suínos no Estado, contra 1,54 milhão no ano passado. Considerado o mês de dezembro do ano passado em relação ao mesmo período de 2007, o abate de suínos cresceu no Estado, passando de 121.528 cabeças para 138.530.

Fonte:O Popular
Data: 27/03/2009

70 comentários às 11:01 admin

Boi - o custo dos equívocos

Como resultado da gestão equivocada, para não usar a palavra irresponsável, na implantação de um sistema de rastreabilidade individual de bovinos, exigência exagerada da União Europeia (UE), porém prometida pelo Brasil e, portanto, de cumprimento obrigatório, começamos a perder a exportação de carne bovina para aquele mercado em 2007.

Era o principal mercado do Brasil, absorvendo, em 2006, exportações de US$ 1,16 bilhão, 37% do total embarcado em receita, ou 23% em volume, com 314,35 mil toneladas. Em 2008, o Brasil exportou para a União Europeia só US$ 270 milhões, uma retração certamente significativa.

Não se perde o principal cliente impunemente. O custo desta enorme perda começa a chegar. O fechamento de unidades industriais de abate de bovinos e, agora, a inadimplência financeira das empresas causam grande preocupação a todos. A queda de preços dos bovinos volta a desestimular a produção.

A UE era compradora de cortes bovinos de alto valor. Filé, contrafilé e alcatra eram vendidos a preço elevado, garantindo cotação média de US$ 3.690 a tonelada, 58% superior ao preço médio pago pela Rússia, segundo maior cliente, com US$ 2.335 por tonelada de cortes basicamente do dianteiro do boi, menos valorizados.

A receita vinda da UE, que comprava parte pequena da carcaça bovina, porém, muito valorizada, era essencial na formação de valor de toda a cadeia produtiva. O volume de 23% embarcado em 2006 para a UE é de grande significado, mas, quando se sabe que essa quantidade era obtida de parte pequena da carcaça, a importância daquele mercado precisa ser destacada.

A perda do mercado europeu não teve efeito imediato no produtor, pois ocorreu em momento de pouca oferta de animais, resultado de anos de preços baixos para o pecuarista. A pecuária de corte é uma atividade de ciclo longo e os ajustes na produção demoram para repercutir nos mercados.

Os cortes valorizados, que não foram exportados, encontraram, em 2008, o consumidor interno com boa renda e ávido para aproveitar ofertas no varejo. O pecuarista viu os preços se sustentarem. A queda na receita total certamente afetou o resultado dos frigoríficos.

O incidente, em 2007, encontrou a indústria frigorífica em euforia. Anos de crescimento nas exportações tinham ocorrido, pois saímos de exportações de US$ 776 milhões, em 2002, para US$ 4 bilhões, em 2008. O período de crescimento das exportações encontrou grande oferta de bovinos, resultado de significativos aumentos de produtividade zootécnica em anos passados. O aumento da oferta reduziu os preços recebidos pelos pecuaristas.

Paralelamente, vivíamos o boom global, em que a excessiva liquidez de mercados financeiros internacionais priorizava ações de captação de recursos e abertura de capital. A prioridade da indústria frigorífica era crescer e se consolidar. A preocupação com os mercados, interno e externo, e com a estabilidade de suprimentos de bovinos inexistia.

O Ministério da Agricultura reagiu lentamente ao descredenciamento europeu, que levou à perda de mercado e de credibilidade. O sistema de rastreabilidade foi sendo reconstruído, atendendo exigências agora ainda maiores da UE. A auditoria, ocorrida no fim de 2008, teria encontrado poucos problemas.

As exportações para a UE continuam, mas em volumes menores por falta de animais que atendam às exigências da rastreabilidade. Exportamos hoje o mesmo que há 10 anos. O sistema de rastreabilidade atual parece ter conquistado certa credibilidade externa. Porém, o rebanho credenciado a ter sua carne exportada é ainda muito pequeno, por causa da dificuldade de inserção de bovinos no sistema. Os procedimentos introduzidos pelo Ministério da Agricultura criaram uma brutal lentidão burocrática que dissemina somente descrença e desânimo entre os pecuaristas.

A crise global chegou com os efeitos de redução de liquidez financeira e ajustes nos mercados consumidores. Certamente é preciso reforçar linhas de crédito e maior apoio do governo.
Não podemos, porém, continuar ignorando que a perda do nosso maior cliente, a União Europeia, tem efeitos igualmente importantes e que o sistema de rastreabilidade individual de bovinos pode, hoje, não ser a vergonha que era em 2007, porém, não tem a eficiência que atenda às necessidades do mercado, situação inaceitável neste momento de crise.

Pedro de Camargo Neto

Fonte:Beefpoint
Data: 26/02/2009

36 comentários às 10:46 admin

Indústria: JBS-Friboi confirma novas contratações na unidade de Barretos

A partir de abril, o JBS-Friboi empregará 887 pessoas em sua unidade de Barretos, localizada no interior de São Paulo. A geração destes postos de trabalho é resultado das perspectivas do aumento da capacidade de abate desta planta de 1.200 cabeças/dia para 1.500 cabeças/dia, chegando até 2.500 cabeças/dia nos próximos meses, informa o comunicado enviado à imprensa nesta quinta, 26.

Com foco no atendimento ao mercado doméstico e clientes dos EUA, Egito, Irã, Hong Kong, Japão, União Européia, entre outros países, são produzidos nesta unidade cortes de carne in natura com as marcas Friboi, Maturatta e Linha Grill e industrializados que levam as marcas Swift, Hereford, Kitut e Anglo, além dos produtos customizados para determinados clientes.

Segundo o comunicado, o crescimento no volume de produção tem como objetivo “manter o abastecimento do mercado consumidor, preservar e gerar empregos, fortalecer a cadeia produtiva, desde a pecuária, indústria, varejo até o consumidor, além de expandir a participação da companhia no mercado de carne bovina”. Com o aumento do volume de produção, a empresa pretende gerar até 5.000 empregos durante o primeiro semestre de 2009.

Fonte: Portal DBO
Data: 26/03/2009

70 comentários às 10:36 admin

Frigoríficos atrás de vaca

O mercado do boi gordo voltou a firmar. Na BM&F, as apostas para o final da entressafra já superam os R$82,00/@. Parece que as coisas estão retornando ao eixo.

O que tem me chamado a atenção, no momento, são as cotações da vaca gorda. Não as cotações em si, mas as diferenças em relação aos preços pagos pelo boi gordo.

Em São Paulo, por exemplo, tem-se R$78,00/@ para o boi e R$72,00/@ para a vaca. Diferença, do segundo para o primeiro, de -7,7%. Na região de Goiânia - GO, por sua vez, tem-se R$69,00/@ para o boi e R$64,00/@ para vaca, diferença de -7,2%. Em Barra do Garças - MT a vaca vale \”apenas\” 4,5% menos que o boi, e por aí vai.

Historicamente, na maior parte do País, tem-se uma diferença de -10%, às vezes um pouco mais, da vaca para o boi. Esse estreitamente foi registrado ao longo dos últimos dois anos, como reflexo do descarte forçado de matrizes ocorrido entre 2003 e 2006.

Além da redução da oferta de fêmeas, boa parte dos frigoríficos, nesse início de 2009, passou a dar mais atenção às vacas do que aos bois. Afinal, as indústrias estão buscando reduzir custos (e os animais terminados respondem por até 90% dos seus custos totais), ao mesmo tempo em que encontram dificuldades no escoamento da carne para mercados mais exigentes (exportação).

Logicamente que a vaca, na indústria, tem um rendimento menor do que o boi (pois é mais leve), o que acaba afetando os custos fixos. De toda forma, compromete menos o caixa.

Fonte: Scot Consultoria
Data: 26/03/2009

64 comentários às 10:32 admin

Friboi investe no mercado interno

Na contramão do segmento, às voltas com a crise, grupo vai ampliar suas atividades, com contratações

Os principais focos do Grupo JBS-Friboi, hoje, são a preservação do caixa da empresa e o direcionamento de suas unidades no Brasil prioritariamente para o mercado interno. A declaração foi feita ontem pelo principal executivo do grupo, José Batista Júnior, mais conhecido como Júnior do Friboi, durante visita à redação de O POPULAR.

O empresário descartou, entretanto, qualquer aquisição de unidades frigoríficas a curto prazo. Ele argumenta que o momento é de buscar a utilização máxima da capacidade de abate do JBS, inclusive ocupando os espaços deixados pelos frigoríficos em crise.

Solidez
Júnior do Friboi diz que a situação da empresa continua sólida, com baixo endividamento e perfil de dívida bastante alongado, mas que nem por isso se exporá a aventuras. Segundo ele, a crise do setor ainda não bateu no fundo do poço e que algumas empresas ainda devem apresentar dificuldades, como parte desse ajuste no segmento.

O empresário não acredita, porém que tantos frigoríficos estão quebrando em função da crise financeira mundial. “Em qualquer negócio, é um somatório de erros, de decisões equivocadas que levam a uma situação dessas e não apenas um momento de crise. É como um casamento desfeito: embora a pessoa sempre aponte um motivo, na verdade foi um acúmulo de muitos deles”, diz Júnior do Friboi.

Embora reconheça a gravidade da crise, o executivo do JBS não abandona o tom de confiança numa retomada da economia mundial. Segundo ele o governo dos Estados Unidos tem demonstrado empenho na busca de uma solução para o problemas.

“E a gente sabe que arrumando a economia dos Estados Unidos, onde começou toda a confusão, o resto do mundo se ajeita”, diz o empresário.Segundo ele, no Brasil também é notório o esforço do governo para ajudar o setor, estando anunciado inclusive um possível pacote de ajuda aos frigoríficos em dificuldades.

Crise
Júnior do Friboi reconhece, entretanto, que no caso específico dos frigoríficos a recuperação é mais complicada porque não se trata de uma crise pontual. “Muitas empresas se endividaram com dólar a R$ 1,60 e tiveram que resgatar essas dívidas com o dólar até a R$ 2,40. Sem contar que ao contrário do JBS, que fez hedge (seguro) de todas as suas operações, muitos desse frigoríficos hoje em crise preferiram correr o risco das operações com derivativos”, diz Júnior do Friboi.

O empresário explica que a situação dessas empresas é agravada pela dificuldade de acesso a dinheiro novo. Ele argumenta que toda concessão de crédito está ligada a uma certa expectativa de resultado da empresa. “Ora, se a empresa está em crise, seu faturamento caindo, é claro a possibilidade de conseguir dinheiro novo também fica reduzida”, diz ele.

Fonte: O Popular
Data: 26/03/2009

80 comentários 26 de Março de 2009 às 11:20 admin

Vacinação antiaftosa na Zona de Alta Vigilância começa em 1º

Os pecuaristas que possuem propriedade na Zona de Alta Vigilância (ZAV) começam a vacinar o rebanho no dia 1º de abril. O calendário de vacinação foi atualizado pela Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro).

Tal como no ano passado, o período de vacinação foi antecipado, o que não implica em prejuízos com leilões, abates e exportação. A vacinação na Zona de Alta Vigilância segue até 30 de abril, sendo que nesta região a aplicação das doses contra a febre aftosa é feita pelos técnicos da Iagro nos animais de mamando a caducando.

A segunda etapa de vacinação da ZAV será realizada de 1º de outubro a 15 de novembro, também em animais de todas as idades. Os pecuaristas que estão no Pantanal e acabam compreendidos pela ZAV deverão vacinar, obrigatoriamente em abril e outubro.

No Pantanal, a aplicação da vacina contra febre aftosa vai de 1º de maio a 15 de junho, para quem fez opção por maio, ou de 1º de novembro a 15 de dezembro, para os pecuaristas que optaram pelo penúltimo mês do ano. Em ambas situações, deverá ser vacinado o rebanho de mamando a caducando.

Em julho de 2008, Mato Grosso do Sul recuperou o status de área livre da febre aftosa, certificado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O rebanho do Estado é estimado em 22 milhões de cabeças.

Fonte: MS Notícias
Data: 26/03/2009

8 comentários às 11:19 admin

Erradicação da febre aftosa segue normas internacionais

“As ações para erradicar a febre aftosa não são novas e são conhecidas pelos serviços veterinários dos estados, declarou, nesta manhã, a coordenadora do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Francianne Assis. “Estamos seguindo normas internacionais e, sem cumprir todas as etapas, não será possível mudar o status sanitário das regiões Norte e Nordeste”, completou.

A coordenadora participa da reunião do Circuito Pecuário Nordeste, em Fortaleza, com representantes dos órgãos de defesa agropecuária dos sete estados que integram o circuito, além das associações de produtores e da indústria de medicamentos veterinários.

Francianne Assis informou que a maior parte das ações articuladas entre o governo federal e os estados nordestinos está em andamento desde julho de 2008 com o objetivo de melhorar o status sanitário da região. Ela apontou como medidas essenciais para garantir a erradicação da doença o cadastramento das propriedades rurais, controle de movimentação de animais, ampliação da vacinação assistida, fiscalização da revenda de vacinas e a criação do fundo emergencial de recursos.

O Mapa é responsável pelo reconhecimento de áreas livres da febre aftosa com e sem vacinação. Para tanto, o ministério avalia as condições técnicas e a estrutura dos serviços veterinários estaduais, por meio de auditoria.

Ao final da reunião, serão estabelecidas metas para o cumprimento das ações pendentes nos estados. Hoje, apenas Bahia e Sergipe são reconhecidos como livres da febre aftosa com vacinação na região. A meta do Brasil é erradicar a doença até 2010.

Fonte: MAPA
Data: 25/03/2009

71 comentários às 11:08 admin

Indústria: Independência encerra atividades em GO e MS

Com o fechamento das duas unidades, o Independência passa a ter capacidade de abate de 6 mil cabeças de boi por dia, ante 8,4 mil anteriormente. A companhia, com sede em Cajamar, SP, passa a ter dez plantas no Brasil e no Paraguai. Serão 1,1 mil funcionários demitidos na unidade goiana e 900 na sul-mato-grossense; os abates das 2,4 mil cabeças de gado, suspensos desde o pedido de recuperação judicial, no início deste mês, também serão encerrados.

“O fechamento das unidades é uma decisão muito difícil de ser tomada. A companhia conhece suas responsabilidades e reconhece que esta atitude irá impactar seus colaboradores e a sociedade em que ela se encontra, mas a difícil decisão teve de ser tomada a fim de parar a significante saída de dinheiro que estas operações estavam causando por causa da situação atual do mercado”, informou o executivo-chefe do frigorífico, Roberto Graziano Russo, por meio de comunicado ao mercado. O executivo do frigorífico sinalizou ainda que a companhia pode seguir com o fechamento de suas outras dez unidades, mas admitiu também reabrir alguma planta industrial.

Fonte: Portal DBO
Data: 25/03/2009

66 comentários às 10:54 admin

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