Arquivo de Outubro de 2008
A segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa será lançada, na 2ª Feira Internacional da Cadeia Produtiva do Leite (FEILEITE 2008), às 14h desta quinta-feira (30), no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo/SP. O secretário de Agricultura João Sampaio, e coordenador de Defesa Agropecuária de São Paulo, Cláudio Alvarenga de Melo, estarão presentes. A segunda etapa começa neste sábado (1º) e segue até 30 de novembro.
A meta é imunizar os 11.575.759 bovídeos. Na primeira etapa de 2008, a cobertura vacinal foi de 99,16%. São Paulo detém status de livre de febre aftosa com vacinação desde 1996. Para a chefe do Serviço de Sanidade Agropecuária da Superintendência Estadual de Agricultura, Patrícia Pozzeti, com a vacinação, o estado garante a classificação sanitária conquistada. “Há 12 anos não temos caso da doença. A campanha nos ajuda a manter o esse status sanitário”, informou.
Além de vacinar, o pecuarista tem que declarar a vacinação. Para isso, até 7 de dezembro, deve procurar os escritórios da Coordenadoria de Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura (CDA/SAA/SP) e fazer a declaração. A multa por não vacinar é de R$ 74,45 por cabeça, e caso não declare, o pecuarista pode pagar R$ 44,67 por animal.
Fonte: MAPA
Data: 30/10/2008
30 de Outubro de 2008 às 13:37
admin
Proposta da entidade é verificar aspectos da produção ou serviço, como BPF e responsabilidade ambiental.
A Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), entidade que representa 25% do gado confinado no País, criou o Programa de Validação de Fornecedores (PVF), que servirá como uma espécie de protocolo de certificação para as empresas que atuam na venda de insumos para produção animal. Os objetivos do programa são criar uma rede de fornecedores conforme critérios do Programa PQA (Programa de Qualidade Assegurada); selecionar os parceiros, evitando descumprimento em produtos e serviços; e conseguir acordos comerciais, com menores preços e prazos especiais do que aqueles praticados no mercado.
De acordo com a entidade, a empresa que se candidatar à vaga de fornecedor credenciado - seja de insumos para alimentação animal, medicamentos ou de máquinas e implementos agrícolas - terá seu processo de fabricação auditado, além de responder a um check-list sobre conformidades com as questões de boas práticas de fabricação (BPF), responsabilidade social e respeito ao meio ambiente.
Após a consolidação dos dados e aprovação do cadastro, o fornecedor passa a integrar uma lista de empresas e, a partir daí, os associados da Assocon poderão realizar consultas, fazer pesquisas sobre produtos e serviços e até consolidar negócios através do site www.assocon.com.br. “Pecuaristas, empresários e técnicos poderão interagir de maneira bastante rápida, fácil e transparente”, enfatiza Juan Lebrón, diretor operacional da Assocon.
Posteriormente, o PVF vai formar um ranking, a partir da avaliação dos próprios associados, abordando pontos relacionados à qualidade dos produtos oferecidos e da prestação de serviços, tudo isso de acordo com o segmento de atuação - nutrição, genética, sanidade, máquinas etc.
Fonte: Portal DBO
Data: 29/10/2008
às 13:28
admin
Proposta da entidade é verificar aspectos da produção ou serviço, como BPF e responsabilidade ambiental.
A Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), entidade que representa 25% do gado confinado no País, criou o Programa de Validação de Fornecedores (PVF), que servirá como uma espécie de protocolo de certificação para as empresas que atuam na venda de insumos para produção animal. Os objetivos do programa são criar uma rede de fornecedores conforme critérios do Programa PQA (Programa de Qualidade Assegurada); selecionar os parceiros, evitando descumprimento em produtos e serviços; e conseguir acordos comerciais, com menores preços e prazos especiais do que aqueles praticados no mercado.
De acordo com a entidade, a empresa que se candidatar à vaga de fornecedor credenciado - seja de insumos para alimentação animal, medicamentos ou de máquinas e implementos agrícolas - terá seu processo de fabricação auditado, além de responder a um check-list sobre conformidades com as questões de boas práticas de fabricação (BPF), responsabilidade social e respeito ao meio ambiente.
Após a consolidação dos dados e aprovação do cadastro, o fornecedor passa a integrar uma lista de empresas e, a partir daí, os associados da Assocon poderão realizar consultas, fazer pesquisas sobre produtos e serviços e até consolidar negócios através do site www.assocon.com.br. “Pecuaristas, empresários e técnicos poderão interagir de maneira bastante rápida, fácil e transparente”, enfatiza Juan Lebrón, diretor operacional da Assocon.
Posteriormente, o PVF vai formar um ranking, a partir da avaliação dos próprios associados, abordando pontos relacionados à qualidade dos produtos oferecidos e da prestação de serviços, tudo isso de acordo com o segmento de atuação - nutrição, genética, sanidade, máquinas etc.
Fonte: Portal DBO
Data: 29/10/2008
às 13:28
admin
Na semana passada, empresários argentinos e espanhóis estiveram no Estado conhecendo a cadeia produtiva da pecuária de corte. Eles visitaram fazendas, frigoríficos, associações de classe e o governo estadual. Em reunião com a secretária Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (Seprotur), ponderaram sobre o motivo da visita: querem fazer uma aliança mercadológica com o setor para produzir carne tipo exportação para Europa.
Com 51,3 milhões de cabeças de gado em 2007, a Argentina possui o quarto maior rebanho no mundo para fins comerciais. Atualmente é a quarta maior exportadora de carne bovina no mundo, com uma participação de 7% no total das exportações mundiais de carne bovina, apenas atrás do Brasil, Austrália e EUA.
Dados da Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA, na sigla em espanhol), que controla o setor agropecuário na Argentina, mostra que o abate naquele país chegou a quase 15 milhões de cabeças em 2007, contra 13 milhões em 2006. As exportações do produto chegaram a 539 mil toneladas em 2007, sendo 4,6% inferior a 2006. Contudo a receita das exportações foi de US$ 1,28 milhão, 6,8% maior à receita obtida em 2006 devido ao aumento de preços nos cortes resfriados.
Porém, em meados de abril passado, o governo argentino decidiu suspender as exportações de carne bovina para garantir o abastecimento interno do produto naquele país, o que causou reflexos na cadeia comercial do setor. É o caso do Instituto Rosenbusch, empresa de capital argentino dedicada a sanidade animal – originou-se em 1917 na Sociedade Rural Argentina (entidade mais representativa do poder agropecuário do país) – e que desenvolveu um moderno “Sistema de Carnes Rastreadas – Pampa Mia”.
A suspensão das exportações colocou em “cheque” as parcerias já existentes do Instituto Rosenbusch no mercado internacional, a exemplo da aliança mercadológica existente com os espanhóis. Empreendedores e conhecedores do potencial produtivo pecuário brasileiro, a saída estaria em viabilizar novas parcerias para que o negócio continuasse sendo viável, e assim foi feito.
O empresário sul-mato-grossense Rogério Beretta, diretor do Laboratório Rosenbusch no Brasil, atesta que o programa já começou a ser implantado em propriedades localizadas no município de Campo Grande. Segundo ele, “Através do know how que nossa empresa possui no comércio internacional de carnes, estamos iniciando o processo de identificação eletrônica em fazendas que estejam interessadas em participar do nosso programa de produção integrada de carnes. A identificação dos animais com ‘chip’ eletrônico é fundamental para um perfeito sistema de rastreabilidade, fator primordial para se atingir o mercado nobre de carnes da Europa”.
O sistema também foi aprovado pela secretária Tereza Cristina, que dias antes da visita dos empresários esteve em uma das propriedades onde foi instalada a identificação eletrônica nos animais e pode testar o programa. “Acredito que se tivermos um protocolo de todo o processo, a parceria pode se tornar altamente viável”, ponderou, na ocasião.
Segundo o presidente do Instituto Rosenbusch, Dr. Rodolfo Balestrini, a proposta é produzir uma carne diferenciada em parceria com pecuaristas do Estado para atender um nicho específico de consumidores europeus, em especial os espanhóis. Uma das demandas é por carne de vitelo, ou seja, bezerro de leite cujo abate acontece entre 8 a 10 meses – conforme a nova legislação européia.
Conforme Tereza Cristina, todo o processo se daria através de parcerias: cria/terminação/acabamento – abate – exportação. “Viabilizar uma atividade econômica dessa grandeza é uma excelente oportunidade para o nosso Estado. Isso não é poesia, é business. Sem dúvida é um excelente negócio para a classe pecuária”, sugere a secretária ao ponderar que: “a demanda existe, precisamos agora formar um grupo de fornecedores”.
Os empresários também puderam conhecer a Associação Sul-mato-grossense dos Produtores de Novilho Precoce, onde tiveram a oportunidade de conhecer um caso de sucesso de aliança mercadológica. Fundada há 10 anos por produtores que investiram na produção de carne de excelência, e com atuais 218 associados, toda produção do grupo é comercializada através do Programa Garantia de Origem (G.O), da Rede Carrefour. Atualmente 50% da carne G.O comercializada no mercado nacional é produzida pelo Novilho Precoce MS. Ano passado, o grupo abateu 48.369 bovinos, dos quais 88,33% foram classificados no Programa G.O.
Fonte: Dourados News
Data: 29/10/2008
às 11:55
admin
O decreto atual prevê punições rigorosas, como desapropriações e multas exorbitantes.
A Frente Parlamentar da Agropecuária voltou a cobrar do governo federal a publicação da nova versão do Decreto 6514. O novo texto deverá conter alterações propostas pelos deputados da bancada da Agricultura, entre elas, o aumento para um ano no prazo para que o proprietário de terras possa fazer a averbação da Reserva Legal e o fim das sanções contra os produtores.
Em documento assinado pelo deputado Valdir Colatto (PMDB/SC), o presidente da Frente argumenta que o setor produtivo está apreensivo pela demora do governo em mudar as regras, em vigor desde julho deste ano. “Faz mais de 30 dias que nos reunimos com o ministro Carlos Minc e desde então aguardamos que ele oficialize sua promessa de suspender o prazo para averbação da Reserva Legal”, justifica.
Enquanto parlamentares e entidades de apoio à agropecuária aguardam a publicação do novo decreto, um Grupo de Trabalho (GT) deve ser instalado para fazer uma ampla revisão da legislação ambiental. Segundo o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS), vários artigos do decreto precisam ser alterados. Por isso, a necessidade de um prazo de carência até que o GT finalize as modificações. “Enquanto o Legislativo e o Executivo reavaliam os pontos de conflito é preciso que os órgãos ambientais parem de punir os produtores rurais, baseados em normas que estão em discussão”, ressalta.
Fonte: Portal DBO
Data: 28/10/2008
28 de Outubro de 2008 às 12:09
admin
O mercado paulista de boi confirmou as expectativas e iniciou a semana com pressão “baixista” de preços no mercado físico e queda também no mercado futuro.
De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Cepea/Esalq), no mercado físico a arroba para pagamento à vista caiu 0,88% na média estadual ponderada em relação à sexta-feira, para R$ 88,50. Com o recuo, a baixa acumulada no mês de outubro chegou a 1,23%.
No mercado físico paulista com pagamento a prazo, a baixa foi de 0,71% na média ponderada, para R$ 91,23. Neste caso, a desvalorização mensal acumulada atingiu 0,93%, o que também comprova que a pressão ganhou força desde a semana passada.
Já o indicador Esalq/BM&FBovespa, importante referência para o mercado financeiro, apresentou retração de 0,73% ontem, para R$ 89,92, e agora acumula queda de 0,98% em outubro.
Segundo Élio Micheloni Jr., analista da Terra Futuros Corretora, são oscilações que confirmam que o cenário econômico internacional já afeta esse mercado. Com pressão geral dos importadores para renegociar preços, os frigoríficos brasileiros tentam compensar eventuais perdas segurando as ofertas aos pecuaristas. É fase final de entressafra e a oferta está reduzida, e é preciso lembrar que a própria diminuição estrutural dos rebanhos, provocada por preços baixos do passado, ainda colabora para limitar os negócios.
Além da antecipação das férias coletivas em alguns frigoríficos, em parte necessária pelo questão estrutural, Micheloni diz que já são freqüentes as notícias de cargas paradas em portos brasileiros à espera para embarcar. Também há carregamentos brasileiros estacionados em portos europeus, neste caso à espera do posicionamento de compradores da Rússia - onde a crise de crédito paralisou importadores. “Para as cargas que não estão pagas, a cautela é grande”, afirmou.
Fernando Lopes
Fonte: Valor Econômico
Data: 28/10/2008
às 12:06
admin
Os setores agropecuário e exportador brasileiros devem se fortalecer com a crise financeira internacional, principalmente pelas mudanças que estão ocorrendo no câmbio, apesar de a crise estar tirando o sono de muita gente ao redor do mundo. A avaliação é do presidente da Associação de Produtores e Exportadores de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto.
Segundo ele, o patamar de equilíbrio para que a agropecuária nacional continue crescendo seria o dólar na faixa de R$ 2,20.
“A agricultura vinha sendo prejudicada com o câmbio. Bem ou mal, esse novo patamar é um fator de aumento de competitividade para a agricultura brasileira”, explicou Camargo.
Ele considera que a crise chegou num momento em que o país estava preparado, o que deve ajudá-lo a sair dela mais rápido. “O Brasil teve o fator positivo de ter reserva, o que nunca teve”, explicou.
Para Camargo, a agricultura terá ainda mais importância para compensar possíveis quedas das exportações de outros setores.
“É a exportação agrícola que vai agüentar o rojão. Nos próximos dois anos, a agricultura vai ter um papel fundamental para manter a balança comercial e de pagamentos. Por isso, é importante que se plante agora”, disse.
Para que o setor exerça o papel que se espera dele, Camargo disse que “a curto prazo é preciso aumentar as linhas de crédito para exportação, ou ter uma linha que funcione”, e a médio prazo, aumenta a necessidade de se pensar uma reforma tributária, “pois, claramente, a vida vai ser mais difícil”.
Ele ressaltou que o problema que tem levado os produtores rurais a cobrar medidas rápidas do governo se deve ao fato de o crédito ter desaparecido num momento estratégico. “Está no momento do plantio e já foi vendido muito fertilizante. Falta muito? Não. O problema é que o crédito foi para zero. As tradings tiveram um papel cada vez mais importante e o crédito delas também foi para zero”, alertou.
Mesmo assim, o dirigente se mostra otimista. “A crise atrapalhou muita gente, mas a nós, dos setores agropecuário e exportador como um todo, vai beneficiar. Mas demora ainda, demora de três a quatro meses para ver os resultados quando muda o câmbio”.
O setor de suínos está estável, garantiu Camargo, acrescentando que não há grandes estoques no mundo, o que mantém o preço.
Segundo ele, o mesmo não ocorreu com a carne bovina, porque a Rússia, maior mercado consumidor, tinha estoques do produto e pressionou para rever os contratos. O país também é o maior comprador da carne suína brasileira, sendo o destino de 40% das exportações.
Este ano, na avaliação do presidente da Abipecs, o setor deve arrecadar US$ 1,8 bilhão com a exportação de cerca de 600 mil toneladas de carne suína. O valor é semelhante ao alcançado no ano passado, e Camargo disse que a tendência é se manter.
“Não está na hora de crescer. Com a crise, é hora de manter mercados. É importante que o mercado interno se mantenha estabilizado para que não tenhamos que compensar nas exportações, o que será difícil”, explicou.
Camargo disse ainda que as negociações com outros países levam tempo, principalmente quando se trata de questões sanitárias, mas afirmou que há vários mercados potenciais em perspectiva. Este ano são aguardadas missões de técnicos e empresários das Filipinas, da África do Sul e da Venezuela, e para o próximo ano da China, da União Européia e do Japão. Os maiores concorrentes do Brasil no mercado internacional de carnes suínas são os Estados Unidos e a União Européia.
Danilo Macedo
Fonte: Agência Brasil
Data: 28/10/2008
às 12:02
admin
Além da compra de terras, audiência pública nesta terça, 28, vai discutir medidas contra o desmatamento.
Em reunião conjunta, a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) realizam na terça-feira (28), a partir das 10 h, audiência pública sobre a compra de terras por estrangeiros na Amazônia e as medidas do governo contra o desmatamento na região.
Os ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, e o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, foram convidados para o debate. Os presidentes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart; do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Roberto Messias, e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Fábio Meirelles, também participam da audiência.
O recadastramento fundiário obrigatório de todos os imóveis rurais situados nos municípios que mais desmatam na região amazônica e a concessão de anistia aos proprietários de terras nessa região são temas da pauta da audiência pública. Outro ponto a ser discutido é a resolução do Conselho Monetário Nacional que estabelece algumas condições obrigatórias à concessão de crédito para empreendimentos rurais na Amazônia. As informações são da Agência Senado.
Fonte: Portal DBO
Data: 28/10/2008
às 11:58
admin
A descoberta de níveis excessivos da substância química industrial melamina em ovos chineses levou as autoridades de Hong Kong a expandir os testes para incluir produtos de carne importados da China, segundo um alto funcionário do governo de Hong Kong. A medida se segue ao anúncio feito no sábado, de que os testes realizados nos ovos encontraram 4,7 partes de melamina por milhão nos ovos importados da China por uma divisão da companhia chinesa Dalian Hanwei Enterprise Group. O limite legal para a melamina em produtos alimentícios em Hong Kong é de 2,5 partes por milhão.
O secretário para Alimentação e Saúde de Hong Kong, York Chow, disse que a melamina pode ter vindo da ração dada às galinhas. Os resultados dos testes nos ovos levaram as autoridades a expandir os testes da alimentação para os importados de carne da China. Chow disse que Hong Kong também vai acelerar a análise dos ovos importados da China.
Mais de 3.600 crianças continuam em tratamento na China por conta da contaminação de leite por melamina; três delas estão em condições críticas, segundo o Ministério de Saúde do país.
Fonte: Hoje em Dia
Data: 27/10/2008
às 11:44
admin
A descoberta de níveis excessivos da substância química industrial melamina em ovos chineses levou as autoridades de Hong Kong a expandir os testes para incluir produtos de carne importados da China, segundo um alto funcionário do governo de Hong Kong. A medida se segue ao anúncio feito no sábado, de que os testes realizados nos ovos encontraram 4,7 partes de melamina por milhão nos ovos importados da China por uma divisão da companhia chinesa Dalian Hanwei Enterprise Group. O limite legal para a melamina em produtos alimentícios em Hong Kong é de 2,5 partes por milhão.
O secretário para Alimentação e Saúde de Hong Kong, York Chow, disse que a melamina pode ter vindo da ração dada às galinhas. Os resultados dos testes nos ovos levaram as autoridades a expandir os testes da alimentação para os importados de carne da China. Chow disse que Hong Kong também vai acelerar a análise dos ovos importados da China.
Mais de 3.600 crianças continuam em tratamento na China por conta da contaminação de leite por melamina; três delas estão em condições críticas, segundo o Ministério de Saúde do país.
Fonte: Hoje em Dia
Data: 27/10/2008
às 11:44
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