Arquivo de Abril de 2008
Com as vendas externa de boi em pé crescendo, o frigorífico Minerva aposta no segmento. Além da demanda exterior aquecida, os preços são remuneradores.
Segundo o superintendente de Relações com Investidores do grupo, Ronald Aitken, a participação das vendas externas de bois vivos no faturamento passou de 4% em 2006, para 13% em 2007 e 15% no primeiro trimestre deste ano.
“O principal fator de crescimento é que há no mundo uma demanda muito forte por matérias-primas”, afirmou. “E o Brasil é um dos poucos países que têm capacidade de expansão do rebanho e da produção”, acrescentou.
No ano passado, o Brasil exportou o equivalente a US$ 260 milhões em gado vivo, sem contar as vendas de bois e vacas para reprodução, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A Venezuela foi o principal destino, com importações de US$ 189 milhões, seguida do Líbano, com US$ 70,8 milhões.
No primeiro trimestre deste ano, os embarques totais renderam US$ 68,2 milhões, ante US$ 22,5 milhões no mesmo período de 2007. A Venezuela comprou o equivalente a US$ 58,9 milhões e o Líbano US$ 9,3 milhões. O mercado mundial, de acordo com Aitken, movimenta cerca de US$ 2 bilhões por ano, sendo que a Austrália é a maior fornecedora.
Segundo ele, no Líbano há uma demanda específica pelos animais por questões religiosas e culturais. O caso da Venezuela é diferente. De acordo com o executivo, por razões políticas o governo do país sul-americano subsidia a importação de bois com o objetivo de gerar empregos nos frigoríficos locais.
Com relação à resistência da indústria brasileira à esse mercado, Aitken destacou que o número de cabeças exportadas é insignificante frente ao tamanho do rebanho brasileiro, o que faz com que a atividade tenha pouca influência na formação dos preços internos. “No ano passado foram exportados 432 mil animais, enquanto que no Brasil foram abatidos cerca de 45 milhões. Ou seja, as exportações representam menos de 1% do total”, comparou.
Segundo o executivo, o Minerva teve uma participação de 50% no mercado de exportação de gado em pé em 2007, quando suas vendas externas cresceram 305%. No primeiro trimestre deste ano a fatia subiu para 67% dos embarques.
Neste ano, a companhia espera realizar negócios em outros mercados, como Angola, Rússia e Itália, informou a Agência de Notícia Brasil-Árabe.
Fonte: Beefpoint
Data: 28/04/2008
29 de Abril de 2008 às 11:04
admin
As visitas acontecem entre os dias 29 de abril e 1o. de maio.
Parlamentares ligados ao Comitê de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Parlamento Europeu, incluindo o irlandês Neil Parish, que liderou a campanha contra a carne brasileira na Europa, vão passar por Inhumas no dia 29, para visitarem a Usina CentroAlcool. A agenda segue com visitas à fazendas no município de Campestre, Palmeiras de Goiás, Nazário, além de Goiânia; eles serão recebidos pelo secretário da Agricultura, Leonardo Veloso.
A comitiva retorna à Europa no dia 2 de maio. A missão é composta de 11 parlamentares, 10 tradutores e burocratas do parlamento europeu. O objetivo é mostrar fazendas de produção de gado de corte, além de usinas de produção de açúcar e álcool, produção de grãos e leite.
Fonte: Portal DBO
Data: 28/04/2008
às 10:59
admin
O Serviço Federal Veterinário e Fitossanitário da Rússia (Rosselkhoznadzor) impôs proibições temporárias às importações de carne de seis países europeus, de acordo com um documento. O serviço afirma que foram encontradas substâncias nocivas em carne suína produzida por empresas da França, Alemanha, Dinamarca e Hungria, e em carne de frango da Bélgica e produtos de carne processada da Espanha.
As restrições, que prejudicarão nove empresas, passam a valer a partir de quarta-feira (dia 30). “Com base na informação inicial disponível, a Rússia justifica as suspensões por ter encontrado resíduos de antibiótico em carne importada”, disse uma fonte da Comissão Européia, braço executivo da União Européia (UE). As informações são da Dow Jones.
Deise Vieira
Fonte: Agência Estado
Data: 28/04/2008
às 10:40
admin
Acaba de chegar ao mercado a carne do gado Bonsmara, denominada Bonsmara Beef. Originário da África do Sul, o gado foi trazido ao país pela primeira vez em 1997, por pecuaristas em busca de uma raça que apresentasse uma carne de alta qualidade e que ao mesmo tempo se adaptasse às condições climáticas do país. O Bonsmara provou ser um sucesso.
A marca promete tornar-se referência no mercado brasileiro de carnes, devido à sua inigualável maciez, suculência, sabor e qualidade, características que se mantêm em qualquer tipo de corte e diferenciam Bonsmara Beef das demais marcas. A garantia deste padrão premium é resultado de um controle rígido na criação deste gado, desde a raça, a idade e a nutrição até a temperatura de armazenagem. Especialistas acreditam que Bonsmara é de 1a qualidade e pode concorrer tranqüilamente com a melhor carne argentina.
A primeira loja que se dedica à venda da carne foi inaugurada recentemente em São Paulo, no bairro do Itaim Bibi. Lá, o consumidor encontra mais de 15 tipos de cortes (bife ancho, chorizo, T-bone, Prime Rib, picanha, fraldinha, maminha, filé mignon e outros) embalados em peças ou em porções. A carne é ideal para churrasco ou mesmo para o consumo no dia-a-dia.
O gado Bonsmara é resultado de décadas de pesquisas realizadas pelo professor Jan Bonsma, na África do Sul. Seu desafio foi criar uma raça que alisasse alta produtividade, adaptabilidade ao clima tropical e carne de qualidade. O nome deriva da junção de Bonsma com Mara, centro de pesquisa onde foram realizadas as experiências, na região do Transvaal.
Com 37 criadores em seu país de origem em 1970, hoje a raça responde por aproximadamente 65% de todos os nascimentos de bovinos da África do Sul.
Com a abertura da África do Sul para o comércio exterior nos anos 90, deu-se início à exportação da genética desta raça para muitos países, entre eles o Brasil, onde chegou em 1997.
A criação do gado Bonsmara segue algumas regras para garantir a qualidade da carne, equilibrando sabor, maciez e suculência, e conquistar a certificação.
São aceitos apenas bezerros de touros Bonsmara com no mínimo 75% de sangue de raças taurinas (não zebu). Testes de DNA são realizados para comprovar a paternidade e composição racial estipulada.
Os animais são tratados por equipes especializadas, recebem alimentação balanceada e ingestão de insumos controlados de modo a que o sabor da carne seja mantido inalterado. O abate se dá de animais jovens, entre 18 e 24 meses.
Na industrialização, uma equipe acompanha o processo e classifica apenas as carcaças que atingem o padrão especificado. Todos os cortes são maturados por no mínimo 14 dias e cada corte é desenvolvido especificamente seguindo instruções rígidas.
Há o controle de toda a cadeia do frio (produção de resfriados e congelados), desde a sala de desossa até o transporte ao cliente através de um cartão específico com chip interno que realiza leituras de temperatura a cada 15 minutos.
A loja Bonsmara Beef fica na R. Joaquim Floriano, 1144 – Itaim Bibi, São Paulo - SP. Tel.: 11. 3071 2008. Entregam em todo o Brasil em embalagens especiais.
Site: www.bonsmarabeef.com.br. Mais informações sobre a ABCB - Associação Brasileira dos Criadores de Bonsmara, no tel.: (18) 3223 5719 . As informações são da assessoria de imprensa da ABCB - Associação Brasileira dos Criadores de Bonsmara.
Fonte: Agrolink
Data: 25/04/2008
às 10:35
admin
Os frigoríficos de Santa Catarina pressionam o varejo, na tentativa de repassar o aumento médio de custos de produção de carnes, de 20%, acumulado nos últimos 12 meses, informou o presidente da Organização das Cooperativas de Santa Catarina (Ocesc), Neivor Canton. Segundo ele, os preços das commodities agrícolas subiram, como o milho e a soja, principais matérias-primas da ração. O excesso de oferta de proteína animal, porém, não permitiu que o mercado absorva a alta.
De acordo com o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola de Santa Catarina (Epagri/Cepa), o preço do quilo do pernil suíno no mercado atacadista de Chapecó aumentou 79,3% em doze meses, passando de R$ 3,58 para R$ 6,42. O quilo da carne bovina (traseiro-serrote) aumentou 22% no mesmo período, saindo de R$ 4,95 para R$ 6,04. O frango inteiro congelado, com uma variação de 7%, foi o que menos subiu no período, de R$ 2,68 para R$ 2,87.
Neivor Canton, que é também diretor Administrativo Financeiro da Coopercentral Aurora, de Chapecó, afirma que a principal razão para a alta das commodities é a produção de biocombustíveis. “Ao mesmo tempo em que favoreceu os produtores de grãos, prejudicou quem produz proteína animal”, comenta.
Apesar da elevação dos custos, a receita operacional das cooperativas agropecuárias catarinenses em 2007 foi de R$ 5,98 bilhões, 25% maior que o ano anterior. O ramo representa 66% do faturamento econômico do sistema. No total, as cooperativas tiveram receita de R$ 9,1 bilhões, 20,15% superior ao exercício anterior. Canton diz que o faturamento do setor deverá crescer cerca de 20% novamente em 2008. “A receita sobe, o que retrai são margens operacionais”, afirma.
O lucro das cooperativas somou R$ 207,06 milhões no ano passado, valor 66,8% maior do que em 2006. Do ramo agropecuário, as sobras foram de 108,80 milhões, 154% superiores às de 2006. Canton explica que a base de comparação de 2006 é muito fraca, já que o ano foi castigado pela estiagem e pelo embargo russo à carne suína catarinense.
A Rússia ainda não voltou a comprar suínos de Santa Catarina, apesar do status conquistado de estado livre de febre aftosa sem vacinação pela OIE há quase um ano. O diretor do Sindicato das Indústrias de Carnes (Sindicarnes/SC), Ricardo de Gouvêa, afirma que os russos não vieram inspecionar as agroindústrias catarinenses. Neivor Canton diz que as exportações foram direcionadas para Ásia, que têm demanda crescente, e África. Os preços pagos, no entanto, são menores que no mercado russo e as indústrias estão adequando o mix de produtos para estes países.
O sistema cooperativista catarinense é formado por 256 cooperativas de 12 ramos. Depois do agropecuário, os que mais se destacaram foram da saúde, com receita de R$ 1,45 bilhão e crescimento de 11% em 2007, comparado a 2006, e o de transportes, com R$ 519,2 milhões e 18% de expansão.
Juliana Wilke
Fonte: Gazeta Mercantil
Data: 25/04/2008
às 10:20
admin
Representantes da empresa administradora do porto de Dubai, Emirados Árabes Unidos, virão ao Rio Grande do Sul para dar continuidade às negociações iniciadas por representantes do governo do Estado, que conheceram nessa quarta-feira (24-04) as instalações da Jebel All Free Zone Authority (Jafza), naquele país. A informação foi transmitida pelo secretário Luiz Fernando Záchia, do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, que juntamente com os secretários da Fazenda, Aod Cunha Junior, da Infra-estrutura e Logística, Daniel Andrade, e do Meio Ambiente, Carlos Otaviano Brenner de Moraes, mantiveram conversações com dirigentes da Jafza, oportunidade em que foi feita, por parte dos representantes gaúchos, proposta de cooperação para a modernização da gestão do porto de Rio Grande e para a formulação de um plano estratégico para o sistema logístico do Rio Grande do Sul.
O porto de Dubai, atualmente, é o maior centro de distribuição de produtos para os países do Oriente Médio e mantém acordos de cooperação com os principais terminais portuários dos Estados Unidos, Europa, Ásia e África. A delegação gaúcha, que também é integrada pela presidente da Caixa RS, Suzana Kakuta, e pela diretora-presidente da Fepam, Ana Pellini, foi recebida ainda por dirigentes da DP World, vinculada ao governo de Dubai. Trata-se de uma das quatro grandes empresas portuárias do mundo, que mantém operações com mais de 100 países nos cinco continentes
Fonte: Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Data: 24/04/2008
às 10:07
admin
A alta nos preços mundiais dos alimentos é um fato. Como tirar proveito disso uma vez que a agricultura ainda é a base da economia de muitos países em desenvolvimento? E como reduzir a vulnerabilidade destes países frente às cotações internacionais?
As indagações permeiam os debates da 12ª Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad), que se realiza desde o dia 20 na cidade africana de Acra, em Gana. É unânime a avaliação de que é preciso incentivar produtividade, diversificação, investir em infra-estrutura logística e agregar valor à produção dos países em desenvolvimento.
“Reconhecemos que a produção e o comércio de produtos básicos são o sustento de milhões de pessoas, especialmente na África. A dependência dos produtos básicos é um sintoma de uma economia não muito competitiva”, disse o chefe da delegação da Comissão Européia, John Clarke. “A solução, no longo prazo, tem que ser a combinação de aumento da competitividade em produtos básicos e a diversificação, para que não dependam excessivamente de determinados produtos”.
Como exemplo de ações nesta direção, citou programas da iniciativa Aid For Trade (Ajuda para o Comércio), como reforma na gestão das aduanas, apoio ao setor produtivo e ações sistêmicas orientadas para o investimento, como construção de infra-estrutura de transporte e energia e apoio aos setores produtivos.
Clarke também acredita ser preciso criar condições para que o mundo em desenvolvimento possa se beneficiar de maneira positiva e sustentável dos elevados preços das commodities agrícolas. “É necessário que os países que se beneficiam deste aumento de preços comecem a pensar no investimento sustentável de longo prazo deste lucro, e em meios para distribuir os ingressos de maneira equitativa entre a população”, opinou. Para que isso ocorra, segundo ele, é necessária uma governança
estatal de qualidade.
Carlos Márcio Cozendey, diretor do Departamento Econômico do Itamaraty, defendeu o uso da tecnologia para melhor proveito da alta dos preços de produtos básicos. “Há quem pense que a Agricultura é menos importante do ponto de vista da tecnologia e é justamente o contrário. Pode e deve ser intensiva do ponto de vista tecnológico”, afirmou.
A carência logística dos países em desenvolvimento foi apontada por diversos países. O ministro de Comércio da Uganda, Nelson Gaggawala, citou a carência de infra-estrutura de armazenamento e transporte como um dos grandes empecilhos para os países mais pobres.
“Se queremos tirar proveito dos preços internacionais temos que buscar os alimentos nos lugares distantes onde são produzidos, mas para isso precisamos de estradas”, exemplificou. Segundo ele, a falta de tecnologia e mesmo de frigoríficos para preservação de alimentos não permite competitividade à produção de países como Uganda. “Não podemos competir com a tecnologia do Brasil”, exemplificou.
Na avaliação do ministro de Comércio Internacional e Desenvolvimento de Exportações do Sri Lanka, G. L. Peiris, a falta de infra-estrutura logística é, inclusive, uma das principais causas da escassez de alimentos no planeta. “As causas da escassez alimentar tem menos a ver com produção insuficiente do que com problemas de distribuição”, afirmou.
“Estamos prestando atenção especial aos mecanismos de entrega”, relatou. Também defendeu que se agregue valor aos produtos básicos. “Não podemos competir com economias maiores produzindo os produtos habituais, temos que agregar valor. O Sri Lanka utiliza o látex para produção de botas cirúrgicas e pneus , por exemplo, agregando valor a nossos produtos de exportação”, exemplificou.
A mesma estratégia foi defendida pelo embaixador argentino Alberto Dumont. Ele lembrou que foi isso que a Argentina fez nos anos 80, quando não pode mais exportar carne congelada em razão dos elevados subsídios europeus. “Os frigoríficos argentinos buscaram um novo produto e hoje vendem quase exclusivamente cortes de qualidade ou carne processada”.
Mylena Fiori
Fonte: Agência Brasil
Data: 24/04/2008
às 10:06
admin
O mercado de suplementos minerais oscilou bruscamente nos últimos meses, reflexo do aumento da demanda mundial por ácido fosfórico, insumo largamente utilizado pelas indústrias de fertilizantes e também fundamental na fabricação de fosfato bicalcico, matéria prima indispensável para a produção de suplementos minerais destinados à nutrição de bovinos, entre outros animais. O aumento dos preços de algumas matérias-primas utilizadas na produção de ácido fosfórico, como o enxofre, cujas cotações saltaram mais de 300% em 2007, adicionalmente exerceu pressão sobre os custos finais destes produtos.
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), apenas em janeiro e fevereiro de 2008 o Brasil importou cerca de 73 mil toneladas de ácido fosfórico, mais que o dobro do volume importado no mesmo período do ano passado e o equivalente a U$ 38 milhões.
O aumento do montante de fosfato bicálcico importado também foi significativo. Em todo o ano passado, foram comprados, principalmente do norte da África, 388 mil quilos da substância, enquanto apenas nos dois primeiros meses de 2008 estes números somaram mais de 7,5 milhões de quilos de fosfato bicálcico! Este superaquecimento do mercado, somado à maior conscientização e profissionalização dos produtores, que reconhecem cada vez mais os benefícios econômicos e zootécnicos da suplementação mineral nos rebanhos, criou um cenário desigual entre a demanda e a oferta destes insumos, levando o mercado a apresentar, ainda nos próximos meses, novas elevações nos preços, sem grandes disparidades.Segundo pesquisa inédita realizada no Brasil pelo Cepea/USP, que mapeou as condições gerais da suplementação mineral nas fazendas de gado de corte, nos rebanhos mantidos em regime de pasto sem qualquer tipo de suplementação as taxas de mortalidade são elevadas: em cerca de 10% para animais jovens e de 5% para adultos.
O levantamento do CEPEA também destaca que os insumos com 8% de fósforo são os mais utilizados na maioria dos estados brasileiros, já que o mineral auxilia o crescimento dos animais criados em pastagens estabelecidas em solos de baixa e média fertilidade.
Dados de 2007 da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais apontam que a pecuária nacional consumiu 1,9 milhão de toneladas de suplementos, o suficiente para suplementar de forma correta mais de 50% do rebanho bovino do País. Este panorama é reflexo da percepção dos produtores com relação aos ganhos com o uso adequado da suplementação mineral. Além disso, o uso de tecnologias, como o melhoramento genético, o controle sanitário e o manejo correto dos solos e das pastagens potencializam os efeitos positivos da suplementação mineral.
O produtor rural que não fornece suplemento mineral ao seu rebanho acreditando estar fazendo “economia”, na verdade está reduzindo sua rentabilidade, uma vez que o uso correto destas ferramentas é fundamental para ganhos na produtividade, impactando no lucro das fazendas e sendo também indispensável para a permanência na atividade a médio e longo prazo, uma vez que sem o uso da suplementação mineral há perda de competitividade da pecuária frente à agricultura.
Fonte: Gazeta Mercantil
Data: 24/03/2008
26 de Abril de 2008 às 12:00
admin
A oferta de boi gordo no mercado físico tende a aumentar nos próximos dias. O motivo principal é a escassez de pasto conforme as chuvas forem terminando. No interior paulista a expectativa é a de que o tempo mais úmido dure pelo menos até a próxima semana, o que permitiria aos pecuaristas manter os animais no pasto e tentar puxar os preços ainda mais para cima.
Mesmo com a possibilidade de ofertas maiores com a seca, analistas não acreditam em queda de preço. A expectativa é a de que as cotações do mercado interno parem de subir e se mantenham estáveis, com pequenas oscilações para cima ou para baixo.
Tudo indica que a oferta para os frigoríficos continuará restrita, por causa da baixa disponibilidade de animais prontos para abate. Com isso, os preços da arroba em São Paulo ainda oscilam entre R$ 76 e R$ 77 para pagamento a prazo e desconto do Funrural.
A queda nos preços da arroba no Rio Grande do Sul na sexta-feira indica o que pode acontecer nas próximas semanas. O preço em Erechim recuou para R$ 2,30 por quilo que, convertido no valor de arroba, ficou entre R$ 69 e R$ 71.
Para esta semana, as indústrias conseguiram uma melhora relativa em suas escalas. O feriado de segunda-feira permitiu uma folga maior para os frigoríficos, que ainda buscam bons lotes para fechar negócios. Com alguns reajustes e preços um pouco melhores, algumas empresas têm conseguido fazer com que as negociações fluam com mais facilidade.
Alexandre Inacio
Fonte: O Estado de São Paulo
Data: 23/04/2008
às 11:59
admin
Já está em vigor o Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes (PNCRC) de 2008 para os programas relativos ao monitoramento de carnes (bovina, aves, suína e eqüina), leite, mel, ovos e pescado.
Segundo a Instrução Normativa no 10, publicada no Diário Oficial da União, o número de substâncias de possíveis resíduos de medicamentos veterinários e contaminantes nesses produtos aumentou de 130, em 2007, para 248, neste ano.
Fonte: Correio do Povo
Data: 23/04/2008
às 11:57
admin
Publicações anteriores