Arquivo de Março de 2008
De acordo com o levantamento do Cepea(Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o indicador de bezerro no MS foi cotado a R$ 525,41/cabeça, nesta sexta-feira. Acumulando variação positiva de 8,33% (R$ 40,41), desde o início de 2008.
Para os analistas, ainda há espaço para novos ganhos, sendo que o pico deve ser atingido no próximo ano. Somente ao longo do mês de março, a arroba do boi gordo reagiu 1,46%, para o patamar dos R$ 76 em São Paulo, enquanto o bezerro valorizou 3,57%.
Segundo reportagem de Érica Pólo, do Diário do Comércio e Indústria/SP, é esperado aumento de oferta somente em maio de 2010. “Houve estímulo para investimentos na cria em 2008, mas como o bezerro demora a ser produzido, esses aportes vão gerar mais animais em maio de 2010″, avaliou Miguel Cavalcanti, da consultoria AgriPoint.
Para o diretor da AgraFNP, José Vicente Ferraz, esse movimento de alta de preços do bezerro não é anormal. “É a maior evidência de reversão de ciclo que se pode ter”, disse.
Fonte: Beefpoint
Data: 31/03/2008
31 de Março de 2008 às 15:31
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Em abril o Estado de Rondônia inicia a primeira Etapa de vacinação contra a febre aftosa de 2008. O lançamento oficial da Campanha acontece no município de Primavera de Rondônia no próximo dia 12 de abril e a vacinação ocorre de 15 de abril a 15 de maio. O Estado possui mais de 11 milhões de animais entre bovinos e bubalinos, e está classificado entre os Estado livres da Febre Aftosa com reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
O Fundo de Apoio a Defesa Sanitária Animal do Estado de Rondônia (Fefa) em parceria com a Agência Idaron do Estado trabalham na divulgação das ações preventivas e educativas com os pecuaristas desde 1999, quando houve a criação dos Órgãos rondonienses que trabalham com a sanidade animal.
No ano passado, durante a segunda Etapa, o índice vacinal foi de 99,48%, e a estimativa é de que 100% dos animais sejam imunizados contra a febre aftosa nesta primeira Etapa de 2008. O Calendário de vacinação contra a aftosa segue as normas e o ciclo do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa – PNEFA. As informações são da assessoria de imprensa do Fefa/RO.
Fonte: Agrolink
Data: 31/03/2008
às 15:28
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Depois do Independência, outros frigoríficos começaram a abater para exportar carne à União Européia (UE). A unidade do Bertin em Minas Gerais, começa o abate amanhã (29), com 1,2 mil animais - outros 600 bovinos serão abatidos no sábado seguinte. Também neste sábado o Frisa, do Espírito Santo, reinicia as exportações para o bloco com 500 animais abatidos e número igual no final de semana seguinte, segundo informações não oficiais.
A diferença entre o animal não inscrito do incluído na base de dados do sistema do Estabelecimentos Rurais Aprovados pelo Sisbov (Eras) é de aproximadamente R$ 10 por arroba - um prêmio de até 15%. Ontem, o preço médio da arroba no Triângulo Mineiro, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP) era de R$ 71,90 a prazo
O pecuarista Francisco José Zuba Marcondes, de Francisco Sá, no norte mineiro, reclama. “Não está havendo uma disputa pelos animais porque há dificuldade de os frigoríficos terem um dia para reunir o gado de várias fazendas”, disse.
Segundo reportagem de Neila Baldi, da Gazeta Mercantil, em comunicado, o Bertin anunciou a retomada das operações, afirmando que a produção, de cerca de 200 toneladas de carne in natura, será destinada a Itália nas próximas semanas.
O BeefPoint levantou que no norte de Minas o preço pago pelo animal inscrito no ERAS foi de R$ 75,00/@, enquanto o preço de balcão nos frigoríficos da região era R$ 65,00/@. No Triângulo Mineiro, a arroba dos animais de fazendas que não estão habilitadas para exportação é negociada a R$ 70,00, já os animais inscritos no ERAS são vendidos a R$ 82,00.
Fonte: Beefpoint
Data: 28/03/2008
às 15:23
admin
Apesar da retomada das compras, os produtores estão reclamando.
A unidade do Bertin em Ituiutaba, em Minas Gerais, recomeça o abate neste sábado, 29, com 1,2 mil animais - outros 600 bovinos serão abatidos no sábado seguinte, informa o Gazeta Mercantil. Também amanhã (29), o Frisa, do Espírito Santo, reinicia as exportações para o bloco, com 500 animais abatidos e número igual no final de semana seguinte, segundo informações não oficiais. Na última quarta-feira, o Independência havia comunicado o abate de 429 bois.
Mas, o preço pago pelo gado rastreado não estaria pagando os custos, reclamam os pecuaristas. A diferença entre o animal não inscrito e do incluído na base de dados do sistema do Estabelecimentos Rurais Aprovados pelo Sisbov (Eras) é de aproximadamente R$ 8 por arroba - um prêmio próximo a 12%. No entanto, para os pecuaristas, deveria ser o dobro.
O frigorífico Bertin não informa quanto está pagando pelos animais. Em comunicado, a empresa anunciou a retomada das operações, afirmando que a produção - cerca de 200 toneladas de carne in natura - será destinada para a Itália nas próximas semanas.
Desde o embargo, a empresa havia direcionado a carne in natura para outros mercados em potencial, inclusive o interno. Segundo o comunicado do Bertin, no período não houve queda no volume de produção e as exportações para os demais países continuaram, normalmente.
Fonte: Portal DBO
Data: 28/03/2008
às 15:19
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O setor agropecuário australiano entrou em estado de alerta. Os impactos da mudança de clima, sentidos pelos produtores nos últimos três anos de seca, e a ausência de novas fronteiras somaram-se a um novo componente aterrador - as aquisições da brasileira JBS Friboi nos mercados dos Estados Unidos e da própria Austrália. O caso expôs aos produtores australianos o lado agressivo do setor empresarial do Brasil e mexeu com os ânimos dos que se reuniram na semana passada na maior conferência anual do agronegócio do país, promovido pelo Escritório Australiano de Agricultura e Pesquisa Econômica (Abare).
No ano passado, o primeiro sinal de preocupação veio com a compra da Swift americana e de sua filial australiana pela JBS Friboi. O negócio custou US$ 1,4 bilhão. No início do mês, a companhia brasileira adquiriu outra empresa australiana do setor, a Tasman, por US$ 150 milhões, e as americanas National Beef e Smithfield Beef, por US$ 1,125 bilhão.
Para empresários do setor, a ameaça dessas iniciativas vai além da perspectiva de o Brasil vir a controlar o segundo maior mercado de destino da carne australiana, os EUA. Produtores afirmaram que temem a triangulação do produto - o brasileiro vir a ser reexportado, da Austrália para os seus mercados cativos da Ásia - e o domínio no setor produtor do país. “A Friboi é o maior exportador de carne para a Coréia. Estamos preocupados com essa movimentação”, afirmou Glen Feist, da Meat and Livestock Austrália (MLA). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agência Estado
Data: 28/03/2008
às 15:09
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As negociações entre governo e ruralistas começaram nessa quinta-feira (27-03) a convergir para uma proposta de solução comum do endividamento crônico do setor. Em reunião no Ministério da Fazenda, o governo concordou em fixar um período de carência para os débitos dos produtores com programas de investimentos, ampliar os benefícios às regiões mais prejudicadas pela crise de renda iniciada em 2004 e melhorar a proposta aos passivos dos fundos constitucionais e a dívida ativa da União.
O governo, cuja prioridade inicial estava centrada no passivo de R$ 27,4 bilhões dos programas de refinanciamento de dívidas antigas, mostra-se mais compreensivo com as reivindicações dos produtores com as operações de custeios prorrogados, estimadas em R$ 10,5 bilhões, e os débitos de investimentos, calculados em R$ 17,4 bilhões. Nesta segunda-feira, parlamentares e lideranças ruralistas devem reunir-se novamente com ministros e técnicos do governo.
A tendência do Ministério da Fazenda é aceitar um prazo de um ano de carência para investimentos. “Nos próximos quatro anos, os produtores têm que pagar R$ 40 bilhões. Não há rentabilidade suficiente para quitar isso e mais custeios prorrogados e dívidas antigas”, diz o deputado Homero Pereira (PR-MT), que comanda o grupo privado de análise das dívidas.
A equipe econômica do governo também sinaliza com um tratamento regional diferenciado. Seriam beneficiados produtores de regiões atingidas por crises climáticas, como o Rio Grande do Sul, ou desequilíbrios de preços, casos de Mato Grosso e das novas fronteiras agrícolas. Os produtores com dívidas junto aos fundos constitucionais também devem receber uma proposta melhor, com carência e rolagem do passivo. Quem estiver inscrito na Dívida Ativa da União pode receber benefícios de recálculo do passivo e rolagem acima dos cinco anos inicialmente propostos pelo governo federal.
Em um movimento político, os parlamentares ruralistas apresentaram ontem de manhã uma nova contra-proposta ao governo. Pediram limitação da taxa de juros em 4% ao ano, rejeitando a troca do indexador, de Selic mais 1% para IPCA mais 4%. O governo sinaliza que não aceitará redução muito forte nos juros. Os ruralistas também solicitaram uma rolagem dos investimentos até 2025, mesma condição de parte das dívidas já prorrogadas a partir de 1995. Também pediram prazo de carência de um ano entre a renegociação e o início do pagamento.
O plano inicial do governo não prevê o refresco. Outra proposta seria limitar em 5% o comprometimento da receita da produção bruta com todas as dívidas. Mas mesmo os ruralistas admitem que essa proposição é “pouco viável”. Na prática, funcionaria para pressionar o governo a ceder em pontos mais importantes para os produtores.
O governo também terá que enfrentar o descontentamento dos produtores familiares e de assentados da reforma agrária com as propostas consideradas “tímidas” para solucionar as dívidas de R$ 13,4 bilhões do segmento. O Ministério do Desenvolvimento Agrário já deixou claro que não concorda com os benefícios à chamada produção empresarial em detrimento dos familiares e assentados. , dirigentes dos ministérios terão encontro para discutir a melhoria nas propostas.
Fonte:Valor Econômico
Data: 28/03/2008
às 15:08
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O Estado do Ceará lança a primeira etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa no assentamento Che Guevara, no município de Ocara/CE, nesta sexta-feira (28-03), às 17 horas. Até o dia 30 de abril, os 2,2 milhões de bovinos e bubalinos do estado devem ser vacinados. A idéia, segundo a superintendente Federal de Agricultura no Estado do Ceará, Maria Luísa Rufino, é superar os 90% de cobertura vacinal alcançados no mesmo período de 2007.
“Sempre que há uma etapa de vacinação, todo o setor do agronegócio local fica ansioso, já que pretendemos tirar o Ceará do status de zona de risco desconhecido. Isso pode prejudicar as nossas exportações”, afirmou a superintendente.
Maria Luísa destacou que as superintendências da Região Nordeste estão unidas para atender a orientação da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para que os estados passem para a zona de médio risco.
Até o dia 15 de maio, os criadores do Ceará devem comunicar que vacinaram o rebanho. A notificação deve ser feita em um dos 20 escritórios da Emater-CE ou da Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri).
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Data: 28/03/2008
às 15:07
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A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) já identificou 150 mil animais da Zona de Alta Vigilância (ZAV) - criada numa área de 15 quilômetros na faixa de fronteira – do total de 1 milhão de animais que devem ser “brincados” (identificados com brincos) até a implantação total da ZAV.
Fonte: Correio do Estado
Data: 28/03/2008
às 15:04
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Apesar de a China ter registrado um forte crescimento na produção de carnes nos últimos anos, este aumento não foi suficiente para promover o abastecimento da demanda do país.
Segundo fontes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Pequim, as condições meteorológicas não vêm sendo propícias durante o começo deste ano na China, com fortes nevadas, o que tem impedido que o rebanho se recupere.
Segundo o USDA, as importações de carne bovina poderiam quadruplicar neste ano, para 30 mil toneladas, devido ao aumento da demanda, sobretudo pelos Jogos Olímpicos que acontecerão em agosto deste ano. Fundamentalmente, essa carne será proveniente da América do Sul, especialmente Brasil.
Já as exportações de carne bovina da China cairiam em 2008, em cerca de 4%, para 78 mil toneladas, e a produção deverá ficar em torno de 7,7 milhões de toneladas. A reportagem é do Eurocarne.
Fonte: Beefpoint
Data: 27/03/2008
27 de Março de 2008 às 20:04
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Brasília (27.3.2008) - O diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jamil Gomes de Souza, reúne-se em Manaus (AM), nesta quinta (27) e sexta-feiras (28), com fiscais agropecuários federais e dos serviços estaduais de defesa agropecuária. Eles vão discutir ações e estratégias para o avanço do programa de erradicação da febre aftosa na região Norte do País.
Hoje, os estados de Rondônia, Acre, o Centro-Sul do Pará, além dos municípios de Boca do Acre e Guajará no Amazonas, são considerados, pelo Mapa, áreas livres de febre aftosa com vacinação. Mesmo assim a Região Norte ainda é considerada de alto risco ou risco desconhecido.
O maior rebanho bovino da Região Norte, estimado em 12 milhões de cabeças, está em Rondônia, seguido pelo Maranhão com seis milhões. A porção norte do Pará, que ainda não está livre de aftosa, possui cerca de quatro milhões de cabeças. Acre e Amazonas aparecem depois com 2,5 milhões e 1,8 milhão, respectivamente. Os menores rebanhos da região estão em Roraima, com 800 mil, e Amapá com 600 mil cabeças. (Da Redação)
Fonte: MAPA
Data: 27/03/2008
às 20:02
admin
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